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domingo, 29 de junho de 2008

Momento Geek 4

Ah, fiquei com vontade de escrever alguma coisa, embora não tenha pensado muito sobre o que...
então o que vcs acham de picspam? Quem frequenta livejournal sabe do que eu to falando, um bando de fotos sobre algo tematicamente coerente. Pra mim, h
um, coisas que eu ando assistindo/lendo/sendo obcecada por ou só passando o tempo entre uma prova de fim de semestre e outra.

Ou seja: Como eu sou geek ao cubo.

Peter Pan Escarlate: Guh, porque eu fico lendo essas coisas que eu sei que vão me fazer sofrer. A continuação oficial de Peter Pan e Wendy, é bem escrito e tem uma historia bacana, se bem que é muito mais uma continuação do mito do que do livro. E é triste, e sobre o Capitão Gancho, e triste. E muito mais simpático aos adultos do que o original. A bola da vez (pra ser zombados), são os adolescentes.








Indiana Jones e a Caveira de Cristal (ou algo assim): AWESOME! That is all.



Agente 86: Desde que eu assisti O virgem de 40 anos e amei, eu ando obcecada pelo Steve Carrel. Sou só eu ou ele é uma gracinha, daquele jeito narigudo que ele tem? Então eu fui assistir Agente 86. E não odiei! Tipo, é uma parodia, e tão não meu tipo de humor, mas é bem feito e tem umas piadas bem engraçadas e cenas de ação que não fizeram eu querer me matar, o que é um avanço com a maioria das cenas de ação hoje em dia. E ele tem uma química bem interessante com a Anne Hathaway. Bonitinho na sua maneira sessão da tarde de ser, se bem que o final poderia ser menos clichê.


Doctor Who: Aqui que eu mostro a que vim. Série de ficção cientifica, britânica, sobre um alienigena regenerativo, que viaja pelo tempo e espaço numa cabine telefonica azul, combatendo, na maioria das vezes, ameaças de outros alienigenas sobre a Terra. E as primeiras temporadas são dos anos 70. Sim, antes de Star W
ars, e tals. Sim, eu acho que alcancei o limite máximo da minha geekietude. Mas pra ser justa eu não ando assistindo desde lá o principio, a coisa old school não, eu assisto a nova série, que começou em 2005, e dá continuidade a série antiga embora seja completamente diferente da original, ou pelo menos foi o que me disseram. Com alguns efeitos especiais tosquissimos e algumas historias piores ainda, Doctor Who, era pra ser light, uma série pra crianças. Mas só era, porque, de novo, atuação do caralho e um doctor que se tornou recentemente o único da sua espécie é de partir o coração. E tem a Rose, a companhia humana dele, que é do caralho e engraçada e salva o mundo algumas vezes. Agora eu to meio pra baixo, porque o nono doctor regenerou e virou o Barto Crouch Jr e as coisas simplesmente não são as mesmas, mas eu tenho esperança. Ah, e já estou viciada.














(Barto Crouch Jr, ou, o décimo doctor)
(nono doctor e a rose)

Barney Stintson: How I Met your Mother é o melhor sitcom já feito desde de Friends. No momento eu estou muito inclinada dizer que na verda
de How I Met your Mother é um Friends porém melhor, mas como Friends teve dez temporadas e HIMYM ainda está na terceira eu vou dar um passe. As tres primeiras temporadas de Friends são bem do caralho, se um pouco antiquadas, do ponto de vista atual. Baseando-se fortemente em continuidade e flashbacks, Mother é a sitcom feita pra quem é fã de LOST (mas é melhor que Lost, viu, Lost cansa). Mas, não seria nada se não o brilhantismo de Barney ou do Neil Patrick Harris. Mulherengo, dork, sempre pronto pra um high-five ou uma true story, ainda assim carente ao extremo, e o mais leal dos amigos. Ele é o bro que vc sempre quis pra zoar ou pra dar uns pega (meu, a Robin é esperta). Uma atuação brilhante, um charme inconfudivel e uma série len... wait for it... dária. SUIT UP.
Blair e Chuck: Gossip Girl é AWESOME! Pronto falei, e nem é awesome no sentido de que é tão ruim que é bom, é simplesmente fantasticamente fantastico. É bem escrito, bem bolado, com a melhor trilha sonora não incidental de séries atualmente, bonito, com personagens, na grande maioria das vezes, interessantes, com atores, na grande maioria das vezes (isso não incluiu voce, Chace Crawford), muito bons. Fazer um drama adolescente, que é um drama adolescente, ou seja, que depende apenas da interação entre os personagens principais, ser tão envolvente é uma tarefa e tanto. E Gossip Girl é sem dúvida o melhor do genero. The OC é brincadeira de criança perto de GG. E porque? Principalmente por causa desses dois aí embaixo. Puta personagens do caralho com puta atores do caralho pra interpreta-los. Esses dois são os seres mais reais de GG, embora por muitas vezes eles pareçam ser os mais cartunescos, mas sabe, é isso que as pessoas fazem, elas poem uma fachada e só de vez em quando deixam aparecer o que tem por baixo. E o que tem por baixo de Blair e Chuck? Camadas. Eles são fraking cebolas. E eu nem sou tão shipper assim, gosto dos dois separados tanto quanto juntos.
E além disso eles são as duas criaturas mais atraentes em GG (sim, por alguma razão estranha que eu não posso explicar, agora eu acho Chuck bonito... Go figures).


segunda-feira, 26 de maio de 2008

Modern girls always get their way (hell yeah!)

"Lear. Personagem do Shakespeare. Ao contrário das crenças populares, o cara precisa de frustração e traição. Se não você não tem permanência. Não consegue fazer um papel principal durante cinco atos inteiros. Não consegue fazer duas montagens num dia só. Não consegue fazer um personagem arquear assim do Ponto A até o Ponto G. Não consegue atravessar o clímax, criar uma linha dramática convincente... e tal. Cê tá sacando? A pessoa tem que se ferrar. Tem que apanhar um pouco da vida, rodar por aí. Assim tem uma ferramenta pra usar, saca? Dói pra cacete. Beleza. Chateia. Você não sabe se tá numa de continuar nessa. Mas isso abre caminho pro que chamam normalmente de res -so-nân-cia emotiva. Uma ressonância emotiva impossibilita o povo de tirar os olhos de você, quando você tá no palco. Já se virou num filme bom e viu as caras? Bem intensas."

Parafraseado de Tópicos Especiais em Física das Calamidades, por Marisha Pessl, e possivelmente a razão de porque eu sou tão masoquista, mesmo quando não há uma razão boa o suficiente para sofrer.

"Haven´t you heard? I´m the crazy bitch around here."
Blair Waldorf, Queen (B) of the entire Universe (e uma das muitas razões de pq minha semana passada foi mais que divertida)
(o melhor do mundo é a cara de terror absoluto da Georgina. Queen B, you rock!)

http://goddesspharo.livejournal.com/95901.html#cutid1 (bem melhor do que muitas coisas que se lê por aí)


E por fim, vamos celebrar o amor imortal entre Glinda e Elphaba (a finalidade desse post é demonstrar minha vida, ahem, cultural, nessas últimas duas semanas, enjoy):

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

A very 80´s Christmas to you

Facts of life é um seriado dos anos 80 que eu vi pela primeira vez no Nick at Nite e que me surpreendeu por ser, além de obviamente brega, extremamente engraçado. Eles sabiam fazer sitcoms naquela época, e essa comédia de costumes sobre quatro garotas de personalidades diferentes forçadas a conviver no mesmo quarto de um colégio particular, tudo isso supervisionadas pela nutricionista (?) da escola, é mais bem escrito e doce do que a maioria, sem, na maior parte do tempo, apelar pra sentimentalismos baratos. Então como é Natal, eu não tenho o the blues e esse episodio é definitivamente um dos meus favoritos, resolvi postar aqui, desejando pra vocês um Natal dos mais felizes:

The Christmas Show. parte 1-


The Christmas Show. parte 2-


The Christmas Show. parte 3-

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Bad News Blair (ou como Gossip Girl se tornou meu progama favorito da temporada)

Na verdade eu não vou falar sobre o que é GG. A Renata já fez uma critica muito pertinente lá no Na Vitrine (que eu linkaria aqui se tivesse alguma ideia como se faz isso) e eu já andei por aí falando em como a Blair é minha personagem favorita de todos os tempos da última semana. Esse post é pra revelar mais uma faceta da minha obssesão com pessoas ficticias. Já a algum tempo, se não me engano desde a Morgana de Brumas de Avalon, quase toda vez que eu fico encantada por algum personagem novo eu costumo escrever alguma coisa sobre ele. Pode ser um paragrafo que seja ou uma tese de Doutorado (cofHermionecof), mas essa é uma maneira que eu encontrei de me aproximar mais dele, enteder suas motivações, seu lugar na história e o que seu criador pretendia com ele. Normalmente isso acontece no rush da novidade, quando eu ainda estou conhecendo o universo que ele pertence e tudo ainda é uma surpresa. É uma maneira de me conectar a nivel pessoal e ainda assim analisar a estrutura da história. Chamem de fanfic, eu não nego que seja um pouco disso, mas eu acho que o termo estudo de personagem é mais adequado.

Aqui no Latexana eu já postei duas vezes esses meus devaneios, um com o dois triangulos, depois de eu ter assistido dois eps da segunda temporada de One Three Hill e outro depois que a novela mais perfeita de todos os tempos, O Profeta, acabou. Só pra deixar claro, isso não é uma coisa que eu me esforce pra fazer, normalmente vem brotando, depois que dá aquela coceirinha no peito que te faz querer escrever de qualquer maneira, e dificilmente começa com um proposito definido. Esse próximo que eu vou apresentar pra vocês nem foi escrito de caneta a principio, mas sim com um palito de dente num daqueles papeis manteigas que se usam pra forrar mesa de restaurante. Chamem de inspiração. Por que eu escrevi em inglês? Nem me perguntem, não foi minha intenção, mas eu acho que ele perderia a força se eu traduzisse.

Escrevi isso logo depois que vi o terceiro episodio da temporada, mas essa cena se passa durante (e um pouco após) a primeira cena que eu vi da Blair, a primeira vez que ela vê a Serena depois dela voltar, portanto antes dela saber da história do Nate. A cena me deixou uma impressão muito forte e é ultra curtinha. Nesse momento eu soube que valeria a pena acompanhar a vida dessas duas meninas. Ah, o que seria da vida sem a ficção?

Blair kissed her face with an affection only reserved to her. No one, not even Nate knew about this other side. This caring, soft person that resided inside the walls of a fake cold heart. Blair was not yet a woman, but she sure could pass as one, specially since this was what she intended.
But she couldn´t help it, the mere sight of Serena transformed her into an insecure 11-year old who needed protection. Serena was the big sister, the bad influence she hadn´t had and now she was back and Blair could barelly keep the tears inside.
She wanted to shout her desperation for that charismatic girl that had stealed her senses. But then she remembered being abandoned and betrayed and covered all up with that sarcastic smile she had perfected.
Serena looked into her eyes and smiled that charming, open smile and it took all of Blair strenghts not to simply smile along. Then her mother called and Serena walked away .
Blair looked down and, between a tear and a sob, laughed with total abandom and happines.
Abaixo: aren´t they lovelly?

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Meu amor, lembra de quando tudo começou?

O que fazer quando você fica genuinamente chateada que a música que você mais gosta de Sandy e Junior não está no set list do acústico MTV deles?


sexta-feira, 3 de agosto de 2007

You just have to folow your heart

Então, eu resolvi fazer uma lista. Talvez porque eu tenha assistido Alta Fidelidade outro dia, ou talvez porque eu ando passando por um semi-bloqueio criativo, a verdade é que eu queria fazer a algum tempo e finalmente deixei de ser preguiçosa. Se vocês se importam ou não aí é outra história. Não são recomendações nem nada, só, você sabe, minha opnião. E na verdade era pra ser uma lista, mas ela se fragmentou. E eu ainda nem falei sobre o que é, né? Bom, resolvi organizar meus ships e eles costumam seguir um padrão, vcs vão ver:



Melhores amigos com muita fofura e tensão sexual:



1- Harry e Sally (When Harry met Sally): Meu filme favorito, um dos meus casais favoritos, conto de fadas pra mim é isso. Se conhecem a tanto tempo e se amam tanto que chega uma hora em que eles simplesmente não podem não ficar juntos.



2-Scully e Mulder (Arquivo X): Eles fazem um time tão bom, e tem aquela qualidade de "nós dois contra o mundo" que grita almas gêmeas. Fora o fato que eles vivem se vendo só de roupa de baixo ou nus. A Scully adora tirar a roupa do Mulder em qualquer oportunidade que tenha.



3- Harry e Hermione (Harry Potter): Não se preocupem, nenhum spoiler, mas pouco me interessa o que J.K. pensa, os dois se completam, são melhores quando estão juntos e tem uma química do caralho. Épico é o que vem a mente quando eu penso nesses dois.



4- Clark e Chloe (Smallville): Esses dois são tão legais juntos que grande parte dos fãs quer a Chloe vire a Lois Lane só pra que eles fiquem juntos pra sempre. Eu nem preciso disso, só me deixem ver eles se darem uns pegas de vez em quando que eu fico feliz. Outro caso em que a questão não é se eles se amam, mas como eles se amam. Se o Clark deixasse de ser babaca e percebesse que a Lana é a criatura mais insuportavel que já pisou na face da terra...



5- Lorelai e Luke (Gilmore Girls): O casal perfeito, até eles ficarem juntos. Eu torcia muito pros dois nas primeiras temporadas e metade da diversão era ver as frustações, confusões e fofuras que os dois se metiam só pra não admitir. Quando finalmente acontece não é tão legal assim.



6- Danny e Sam (Danny Phantom): Demora um pouco pra cair a ficha do menino mas que eles são umas gracinhas eles são. Menina Gótica tinha que arranjar um Garoto Fantasma.



7- Hanah e Bright (Everwood): Eu só comecei a gostar do Bright quando a Hanah entrou no progama, talvez porque só ai ele mostrou que além de um bobão ele era um doce e um bom amigo. Foi bem lenta a aproximação dos dois, mas quando eles finalmente se beijam eu não pude deixar de dar um grito de emoção.



8- Cuddy e House (House M.D.): Só a Cuddy consegue acompanhar o humor (ou mau humor) do House e só por isso eles já são demais. Ele é foda, ela é foda, juntos são fodásticos.



9- Kara e Lee (Battlestar Galactica): Se vocês querem ver drama, complicações, dor e muita bagagem emocional esse é o casal pra vocês. São tão intensos que tem um episodio que é sobre uma luta de boxe (literal) com os dois. Podem dizer que o Lee reclama demais pra ser digno da Kara "motherfucker-Starbuck" Thrace mas a verdade é que sai faísca quando a cena é deles.



10- Roslin e Adama (Battlestar Galactica): Um casal de pessoas mais velhas dificilmente é tão interessante e bem construido quanto o desses dois. Poder encontra poder e a dança é maravilhosa. E também dá pra dar gritinhos de emoção quando eles se beijam.



11- Carola e Arnaldo (O Profeta): Eu acho que eu já esgotei a paciência de quem me conhece falando da perfeição que eles são. Arnaldo tímido e lindo, todo a la Clark Kent, e a Carola com aquela boca enorme, que não consegue ficar calada. Melhor novela de todos os tempos.



12-Matt e Julie (Friday Night Lights): Inteligência e inocência eles tem se sobra. Com uma pitada de nervosismo e química dá pra dar borboletas no estomago.



13- Peter e Wendy (Peter Pan): O legal é o aspecto trágico. Ele nunca queria crescer e ela queria aprender a amar. Nunca poderiam ficar juntos. Um dia eu escrevo uma tese sobre todas as camadas de simbolismo de Peter Pan, mas vamos começar com isso, Wendy ama Peter, que na verdade é o Capitão Gancho, que na verdade é o pai dela. Freud explica.


14- Jane e Adam (Joan of Arcadia): O Adam é total my boyfriend e eu empresto ele pra Joan de vez em quando.



15- Will e Lyra (Fronteiras do Universo): Imagina isso, eles não são nem do mesmo universo e são perfeitos um pro outro. Amizade forjada na batalha deve durar pra sempre.



16- Ross e Rachel (Friends): Devo admitir que por mais batido que tenha ficado, nas primeiras temporadas eu achava eles a coisa mais fofa. Sabe, quando o Ross ainda tinha o cabelo curtinho e a Rachel era garçonete. Alguns momentos chick flick ótimos sairam dali.






17- Lois e Clark (Lois e Clark): O famoso triangulo de dois, o Clark é tão mais legal que o Superman e finalmente uma Lois Lane percebe isso. Grandes parceiros, grandes amigos, a combinação perfeita.




















Os opostos se atraem (será?):








1-Buffy e Spike (Buffy, a caça vampiro): O vampiro mais gostoso de todos os tempos se apaixona pela caça vampiros mais competente de todos os tempos. Tinha que dar certo, né? Né?








2- Zuko e Katara (Avatar): Eu comecei assistir Avatar porque eu vi uma luta entre eles e pensei, hum, interessante. E agora que o Zuko é quase um bom moço quem sabe dá certo.



3- Elizabeth e Jack Sparow (Piratas do Caribe): Na verdade eles só são opostos no inicio, mais pro final da historia a Elizabeth fica tão parecida com o Jack que assusta. Esses piratas se pertencem. Na minha cabeça, nos intervalos de dez anos em que o tosco do Will fica sem aparecer a Lizie vive um torrido romance com o Cap. Sparow.




4- Rory e Jess (Gilmore Girls): a menina mais certinha do mundo e um semi-bad boy até que fazem um par legal. A única vez na vida em que eu me interessei pela vida amorosa da Rory.






5- Helga e Arnold (Hey Arnold): de parecido a única coisa que esses dois tem é uma extrema sensibilidade e um coração enorme. Ainda assim é impossivel não torcer absurdamente por um final feliz.


6- Luke e Grace (Joan of Arcadia): Simplesmente perfeitos.







Slash (o que seria da vida sem alguns arco-iris?)








1- Sirius e Lupin (Harry Potter): Vai me dizer que nunca passou pela sua cabeça?








2-Peyton e Brooke (One Three Hill): Eu acho a Peyton meio chatinha, mas consigo entender porque a Brooke ama ela. E desde que a Brooke fique feliz, eu fico feliz.





3- Heath Ledger e Jake Gylenhall (BrokeBack Moutain): Tá, eu não lembro os nomes dos personagens, mas quem se importa. Só digo isso, aquele beijo na escada, hawt.



4- Veronica e Mac (Veronica Mars): Bastou uma fanfic e eu fiquei com essa ideia fixa na cabeça. A verdade é que elas são muito fofas.







5- Tim e Street (Fryday Night Lights): Eles choram quando se encontram, cara. É lindo.





6- Sean e Christian (Nip/Tuck): Esse é for real, nem o show nega que eles são apaixonados um pelo outro. Melhor cena de todos os tempos quando os dois vão provar um bolo pro casamento do Christian e eles fingem que são eles que tão casando. Fora o fato que eles são o Arthur e o Lancelote modernos. Tem até uma Guinevere no meio.







7- Voreno e Tito (Roma): Se esses caras não fossem tão machos seriam o casal mais gay do mundo. Essa história de irmãos não engana ninguém.






8- Telma e Louise (Telma e Louise): Aw, elas se beijam antes de se jogarem. E tem até um Brad Pitt no meio da história.






Triângulos e outros relacionamentos complicados:






1- Aragorn, Eowyn e Arwen (Senhor dos Anéis): Viu, se SDA tivesse sido escrito por uma mulher nos tempos de hoje isso que teria acontecido. Nada de empurrar a Eowyn pro primeiro guerreiro meia-boca que aparecesse.






2- Robin, Estelar e Ravena (Teen Titans): Nunca consegui decidir qual das duas fica mais legal com o Robin então acho que essa é a conclusão ideal.








3- Logan e Veronica (Veronica Mars): Eu não consigo nem classificar esses dois. Eles não são exatamente amigos, nem inimigos, não são opostos e nem iguais. Eles são é complicados (e hiper hot juntos), isso sim.









4- Morgana e Arthur (Brumas de Avalon): Eu só cheguei a conclusão que eu queria que eles ficassem juntos na terceira vez que li os livros. Tá, eles são irmãos, e daí? Arthur foi o único homem que foi realmente apaixonado pela Morgana e ela teria resolvido todos os problemas do mundo se tivesse virado rainha. Mas eis que surge uma Guinevere e estraga tudo (a Guinevere é o prototipo pras Lana Lang da vida, inclusive outro dia eu descobri que Ginevra é um modo arcaico do nome Guinevere. Coincidencia?).




5- Julio/Luisa/Tenoch (Y tu mamá tambiem): Assistam esse filme e depois Harry Potter três. Tudo faz sentido.






6-Peter e Claire (Heroes): Logo que eles apareceram juntos a maioria dos fãs começaram a falar o tanto que eles tinham química. Eu só pensava que ele era velho demais pra ela. Estranhamente, quando eu descobri que ele na verdade é tio dela até que eu comecei a gostar da idéia. Hee, naughty.






Acho que vou parar por aqui por a lista já imensa e duvido que alguém vá ler ela inteira. Esqueci um bando, outros deixei de fora de proposito, mas dá pra ter uma ideia geral. Isso é só pra comprovar a romântica incorrigivel que eu sou. E que eu sou obcecada demais por pessoas ficticias.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Vou pegar o primeiro avião

Alguém tem que me lembrar de nunca mais assistir esses progamas que fazem homenagem pra alguém que morreu. Por alguma razão inexplicavél me peguei assistindo "Por toda minha vida" (nem sabia que isso existia) do Leandro. Resumindo, muito choro, muitos arrepios e eu no final pensando o tanto que eu sinto falta do moço. Detalhe, por mais goiana que eu seja, música sertaneja não exatamente me agrada. Mas fazer, o que? Eu sou a pessoa mais manipulavél do universo.
Tá, sejamos justos, na época foi muito triste, se não me engano eu estava morando em Goiânia, e deixa eu te dizer, a única ocasião que eu vi uma cidade mais em luto foi quando os Mamonas morreram, mas eles também tinham uma ligação especial com Brasília, afinal de contas. Entre o momento do diagnostico e sua morte passaram-se apenas dois meses. Engraçado, não era assim que eu me lembrava.
Na verdade Pense em Mim, um sucesso total e absoluto lá pelos inicio dos anos 90, representa muito pra mim. É uma lembrança da minha primeira infância, de idas à pecuária e principalmente de passear na caçamba de uma caminhonete, à caminho da fazenda (a poeira vermelha é minha maior impressão). É uma lembrança a toda essa cultura, um tanto o quanto marginalizada, inclusive por mim. É uma lembrança feliz.
Eu, esnobe desde pequena dizia:"odeio música sertaneja, mas amo Pense em mim". Essa música, emocionalmente é tão importante quanto Alegria, Alegria; Balada de um louco e Faroeste Caboclo pra mim. É uma música que, com certeza, me ensinou um pouco sobre o que é amar.
Então sim, me emocionei, mas sabe o que foi mais perfeito, o final, Leandro, com um banquinho e um violão, tocando Catedral (a versão nacional é dele), sem nenhuma dessas empostações de voz que caracterizam o gênero, só ele, simples. Um momento de real beleza.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Teatro dos Vampiros

Aparentemente minha vida telvisiva vai ficar bastante reduzida daqui pra frente. Além da novela ter acabado, eu ainda não assisti (e nem pretendo num futuro proximo) nenhum episodio da terceira temporada de Lost.
Gilmore Girls foi cancelado, e aparentemente Veronica Mars também. Batlestar Galatica corre muitos riscos. Grey´s vai ficar insuportavelmente chato sem a Doutora Adison e na final de temporada de Smallville aconteceu a ÚNICA coisa que me faria desistir do show. Danny Phantom, praticamente o unico desenho que ando assistindo, acabou.Suspiro. . .
O que me sobra? Heroes? Tá, é um progama super legal, mas Lost também era na primeira temporada. E tem também as séries da HBO, mas elas são tão sérias, nem dá pra abstrair. Bom, todo poder pra Medium, I guess.
Talvez isso seja um leve toque do universo pra eu sair dessa vida. Mesmo assim, não deixa de ser triste.

sábado, 21 de abril de 2007

quarta-feira, 11 de abril de 2007

E se Deus fosse um de nós?

Antes de Lost, antes de Heroes, antes de Veronica Mars ou da quinta temporada de Smallville, existiu um seriado que me levou ao meu limite máximo de obsessão. E não estou falando de Arquivo X, e sim num pequeno progama sobre Deus chamado Joan of Arcadia.
Devo admitir que não pensava sobre ele já a algum tempo, mas hoje uma das atrizes do progama (a menininha-Deus) surgiu na minha tv e me bateu a nostalgia. Como um progama tão bom é cancelado em tão pouco tempo?
A historia básica era, menina (Joan) que acaba de mudar pra cidade nova (Arcadia) começa a receber a visita de Deus sob várias formas, sempre a "inspirando" a fazer certas coisas aparentemente sem sentido que no final se revelavam de alguma forma benéfico para alguém ou para a ordem das "coisas".
Claro que era muito mais do que isso, o charme do show era, além das várias formas de Deus, os personagens da vida de Joan, todos desajustados e procurando algum sentido. Havia os pais dela, o pai um policial correto e ateu, a mãe uma artista frustrada tentando voltar a fé catolica, os dois irmãos, um ex-atleta agora condenado a uma cadeira de rodas, o outro, o Luke, um nerd gatinho que era a coisa mais fofa do mundo, e os amigos, Grace, revoltada, cinica, sarcastica e apaixonante, com uma mãe alcoolatra e um coração enorme, e finalmente Adam, artista sensivel e o melhor namorado do mundo até o momento que estragam o personagem dele.
A primeira temporada foi uma coisa maravilhosa e um dos episodios (Jump) foi talvez a coisa ficcional mais bonita que eu já vi. A lenta descoberta do papel de Joan no grande esquema das coisas, o inicio de suas amizades, o fofissimo romance do Luke com a Grace, Kevin e Helen tentando se ajustar as novas situações em suas vidas, Adam sendo deprimido e fofo e em particular a imensa sabedoria da menininha-Deus, minha aparição favorita.
Já na segunda, devo admitir, a qualidade caiu muito, mas ainda houveram bons momentos. A surpreendente morte de um dos personagens foi sincera e de cortar o coração.
Não era uma série cheia de misterios, o único que durava mais que um episodio e nunca foi respondido foi porquê Joan, e nem uma que te deixa feliz depois. Na verdade eu chorava quase todos os episodios. Mas no final a grande "mensagem" era que, não importa o que aconteça, tudo existe por um motivo e não devemos deixar de ter esperança jamais. Pode parecer babaca, mas era dito de forma tão bonita que a gente até conseguia acreditar.
Então nesses dias em que baixar coisas pelo computador ficou mais fácil que assoar o nariz, faço um pedido, assim, num dia que você não estiver fazendo nada, que tal? Dê uma chance pra que nossa Joan conquiste seu coração, talvez não traga nada pra sua vida, mas talvez se torne tão importante quanto pra mim.





achei esse videozinho no orkut com uma amostrinha, cuidado spoilers: http://www.youtube.com/watch?v=hrbHBgxE3kY