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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Aqueceu meu coração

[harry + hermione]



Aww, que lindo, e já faz tanto tempo...

What Be Your Nerd Type?
Your Result: Literature Nerd

Does sitting by a nice cozy fire, with a cup of hot tea/chocolate, and a book you can read for hours even when your eyes grow red and dry and you look sort of scary sitting there with your insomniac appearance? Then you fit this category perfectly! You love the power of the written word and it's eloquence; and you may like to read/write poetry or novels. You contribute to the smart people of today's society, however you can probably be overly-critical of works.

It's okay. I understand.

Drama Nerd
Artistic Nerd
Gamer/Computer Nerd
Anime Nerd
Musician
Science/Math Nerd
Social Nerd
What Be Your Nerd Type?
Quiz Created on GoToQuiz


Ha, awesome

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Oh céus!

Então eu vou ser sincera, eu ando escrevendo um trilhão de coisas diferentes ao mesmo tempo. Eu escrevo no caderno, no computador, até na minha caderneta de campo, no lugar que eu fui escavar dinossauros (awesome!) eu escrevi. Mas então Tereza, vc vai me perguntar, pq vc não posta nada aqui?
Hum, então, primeiro pq nada está terminado e segundo, bom, a grande maioria é fanfic, pq eu estou nessa fase em que eu quero pegar emprestado personagens. E terceira, meu eu ando gastando muito tempo na internet baixando séries, filmes e fazendo trabalhos.
Por enquanto vcs se contentem em eu escrever sobre as coisas que eu estou escrevendo e que talvez um dia eu vá terminar alguma.
O mais importante é a continuação (prequel) das loucas aventuras de Pedro e Ana, em que eu já tenho quase tudo pronto mas me falta o arremate. São dois personagens muito complexos que eu estou amando construir passo a passo e que eu quero que saia tudo certo, pq eu prevejo que vá revisita-los bastante. Eu já escrevi quase tres historias sobre eles e ainda tenho muita coisa pra contar. Essa ideia criativa mora no meu coração. Eu amo a ideia de série, de destilar informação aos poucos, sem contradizer o que já aconteceu anteriormente. E também nessa historia vai ter uma expansão do universo (que até agora é só sobre os dois) que eu acho que vai ficar bem legal.
Depois é o master post pro Na Vitrine em que eu quero fazer uma lista dos filmes que pra mim todo mundo tem que ver pelo menos uma vez antes de morrer (sim, conceito roubado do rafael), mas que até agora só tem A lenda do cavaleiro sem cabeça e Some Kind of Wonderful (pq esse filme é tão perfeito?). Tem meio milhão de filmes que eu quero colocar, mas anda tão dificil eu saber quais são prioritarios e quais são só o meu gosto (ELEKTRA!!).
E ae eu tenho dois projetos fanfics suicidas que provavelmente só vão interessar a mim e a mim mesma. E eles são, digamos assim, ambiciosos. O primeiro, que eu já escrevi uma parte bem grande e to pensando em postar aqui e traduzir pro ingles pra postar em... algum lugar legal (não no fanfiction.net), é sóbre o que aconteceu com a Helga e o Arnold depois do filme. Sim, desde o momento em que as férias acabam até a Helga virar presidente (pq dur, obvio que ela vai virar), e tá tão sombrio e triste e grande e eu ainda nem cheguei no final do high school. E eu quero muito fazer justiça ao desenho e especialmente à Helga que um personagem tão do caralho que eu sempre tenho a impressão que to estragando ela.
Por último, que parece até uma piada, o que acontece quando Kara "Starbuck" Thrace, Jo Poliashek (de Facts of Life), Robin Scherbatsky e Watts se conhecem num bar. O nome até agora é "The Tomboy Convetion", pq né? Mas to pensando em mudar para apenas "A Convenção", e sobre elas todas conversando sobre bebidas, cigarros, esportes(se hóquei é melhor do que piramide), meios de transporte (haha, eu que nem sei diferenciar um carro do outro) habilidades artisticas (todas são, no minimo, ligadas a música, de uma maneira ou de outra), como elas conseguem ser tão awesome, e como elas pegam muito mais homens do que todas as patricinhas juntas no mundo.
E é super complexo pq cada uma é de um universo diferente, que tem tons completamente diversos, e eu quero que tenha humor, mas que seja basicamente sério e plausivel. E provavelmente a única pessoa do mundo que vai se interessar vou ser eu pq só eu coleciono esse tanto de personagens historias no coração e acho que elas fazem sentido.
Mas bem, espero que dê tudo certo.

terça-feira, 3 de março de 2009

Testinho

Desses que vc encontra por aí na internet:


4- the Individualist (oh ow)

you chose BY - your Enneagram type is FOUR (aka "The Romantic") (hum, faz sentido)
"I am unique" (faz sentido tbm)
Romantics have sensitive feelings and are warm and perceptive. (sim)

How to Get Along with Me
Give me plenty of compliments. They mean a lot to me. (nenhuma verdade maior já foi dita sobre mim)
Be a supportive friend or partner. Help me to learn to love and value myself. (sempre bom)
Respect me for my special gifts of intuition and vision. (TOTAL!)
Though I don't always want to be cheered up when I'm feeling melancholy, I sometimes like to have someone lighten me up a little. (certeza demais, eu curto uma melaconlia, mas não quer dizer que não gosto quando tentam me animar)
Don't tell me I'm too sensitive or that I'm overreacting! (eh, já passei dessa fase)

What I Like About Being a FOUR
my ability to find meaning in life and to experience feeling at a deep level (sim!)
my ability to establish warm connections with people (todo meu carisma, babe)
admiring what is noble, truthful, and beautiful in life (sim, tudo que eu busco na vida é a beleza verdadeira)
my creativity, intuition, and sense of humor (dur)
being unique and being seen as unique by others
having aesthetic sensibilities (é claro que a maior parte da minha personalidade se deve a minha facilidade natural de compreender as artes)
being able to easily pick up the feelings of people around me (pra mim o estranho são as pessoas que não percebem os sentimentos dos outros)

What's Hard About Being a FOUR
experiencing dark moods of emptiness and despair (hum, não exatamente, mas eu tenho pensamentos muito sombrios)
feelings of self-hatred and shame; believing I don't deserve to be loved (de novo, não tão intensamente assim)
feeling guilty when I disappoint people (ugh, isso é tão verdade que doí)
feeling hurt or attacked when someone misundertands me (nem tanto)
expecting too much from myself and life (ás vezes)
fearing being abandoned (costumava ser pior)
obsessing over resentments (ha! mais verdade impossivel)
longing for what I don't have (ai, ai)

FOURs as Children Often
have active imaginations: play creatively alone or organize playmates in original games
are very sensitive (verdade verdadeira)
feel that they don't fit in (quando criança eu me achava superior a todas as outras pessoas)
believe they are missing something that other people have (não)
attach themselves to idealized teachers, heroes, artists, etc. (tbm não)
become antiauthoritarian or rebellious when criticized or not understood (sim, eu tive uma fase anarquista que nem te conto)
feel lonely or abandoned (perhaps as a result of a death or their parents' divorce) (minha solidão natural sempre foi muito mais internalizada do que por causa de algum agente externo)

FOURs as Parents
help their children become who they really are
support their children's creativity and originality
are good at helping their children get in touch with their feelings
are sometimes overly critical or overly protective (eu tenho certeza que vou ser uma mãe assim)
are usually very good with children if not too self-absorbed (meu, eu sou excelente com crianças)

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

"I´m the Luckiest girl in the world. I´m the most tired girl in the world"

Então, depois de quase uma semana sem, finalmente me apoderei de um pc. E é claro que eu vou falar do show da Madonna. Gente, eu esperava grandes coisas mais minha expectativa foi por muito superada. O som, mesmo na arquibancada, bem longe, que eu tava, era perfeito, dava pra ouvir tudo, como se você tivesse embaixo da caixa de som. Nunca ouvi uma qualidade dessas e duvido que algum dia irei ouvir igual. E as projeções, não só nos telões, mas no meio ou na ponta do palco, era, na melhor alegoria que eu consigo imaginar, como ver um filme acontecendo na sua frente, com todos os efeitos e a trilha sonora ali, na hora. E sim, no final de tudo vc imagina se essa mulher é humana ou o que. A teoria da minha mãe é que ela tem um clone diferente pra cada show e que eles são descartaveis, já que eles quebram depois de duas horas. Eu não duvido muito não.

Melhores e piores momentos:

Momento mais lindo: Like a Prayer cantado (esgoelado) de cor e salteado por mim e pela platéia toda. A música já é linda, mas ouvir 60 mil pessoas cantando em unissono é demais pra qualquer um.

Pior momento: Sem dúvida a espera. Meu show foi o que teve atraso maior, 2h e 15m, e como tinha chovido tava bastante frio. Depois que começou, porém, foi impecável.

Pior música: Bom, tinha umas músicas do cd novo, que eu não tenho, que eu não conhecia, e isso costuma ser sem graça, mas nessas horas era que o espetáculo ficava mais impressionante e eu saí dali gostando de tudo. Mas em Borderline, uma das músicas do inicio da carreira dela mais bonitas, ela deu uma desafinada, porque a música é acima do tom dela. A música é pra soprano, ou talvez até sopranissimo, mas ela é mezo (eu acho). Mesmo assim foi um desses 'a platéia toda cantando junta", então não importou muito não.

Momento mais "A Madonna tem que ser um robô": Ela pulando corda. Tipo meu, pulando corda tipo power corda. Tipo duas cordas ao mesmo tempo, e rápido e tipo, nem com seis anos eu tinha pique pra pular assim, quem dirá aos 50, depois de metade de um show em que ela não pará quieta dois segundos. Um robô, eu digo.

Momento mais engraçado: A Madonna fingindo (ou sei lá) se masturbar com a guitarra. Foi tão... Madonna sabe, nem chegou a ser chocante, é o que se espera da Madonna. E isso me fez rir bastante. O sotaque britanico falso dela também é altamente hilário. Ow Madge, todo mundo sabe que você é de Detroid.

Momento interação com público: Ela cantando à capella Like a Virgin, junto com o público. Ela cantava uma frase, o público cantava outro, e óbvio todo mundo sabia a letra toda. Eu nem gosto tanto assim de Like a Virigin mas eu achei legal.

Momento "sim eu sou pimp, e dái": Ela andando naquela Mercedez, ou Rolls Royce, eu sei lá, não entendo de carro, no meio do palco. Primeiro momento em que eu fiquei completamente impactada com a estrutura do negócio.

Música desperdiçada: Então, você tem um bloco inteiro do show que é sobre pular corda e você não toca Jump? Tudo bem que tocou as primeiras notas, mas mesmo assim, oportunidade perdida. Tsc, tsc.

Momento mais brega: Até certo hora foi a imagem do Obama no final do vídeo de Get Stupid, mas aí... Então, momento banquinho e violão, que o show se livra de toda parafernália e fica só ela lá na frente. A música é You Must Love Me, a música mais bonita de Evita e que fala muito sobre como deve ser, ser Eva Perón, ou a Madonna. Nessa hora o telão mostra a galera da área Vip morrendo de chorar e mostrando cartazes com dizeres tipo "Yes, I love you" e "Madonna I heart U". Tudo muito bonito, e básico, e realmente a música é emocionante, até eu tava com um nó na garganta. Até que, antes da ultima frase da música, ela para de tocar, olha pro publico, olha pra baixo, e "enxuga duas lágrimas". Eu virei pra minha mãe e ri desesperadamente.

Melhor música: Empate, entre, como eu já falei, Like a Prayer, e Hung Up. Duas músicas completamente diferentes e extremamente perfeitas. Só faltou Don´t Tell Me, que é a minha favorita.

Melhor "participação especial": Todo mundo sabe que ela canta 4 minutes, single do ultimo disco, com o Justin, mas como ia fazer ela sozinha. Ia cantar a música sozinha ou o quais? No esquema que tava sendo até aquele momento eu achei que ia só aparecer a imagem dele no telão. Mas aí começa a tocar aquela introdução, e DO MEIO DO PALCO, sobem quatro telas finissimas e o Justin surge, EM TAMANHO REAL, e não só canta, como DANÇA. Do Caralho!

Pior "participação especial": Por algum razão a Britney Spears aparece no telão enquanto toca Human Nature. Ela nem canta nem nada.

Melhor momento altamente antecipado durante o show: Hung Up foi o tema do show. Aquele tic-tac, tic-tac, tic-tac, permeiou o show inteiro. Mas só tocou a música mais no final, quando você já tava totalmente pumped pra ela. E foi perfeito.

Pior momento altamente antecipado durante o show: Music era outra que eu achava que ia arrasar, mas na hora que começou o microfone dela falhou e ficou tudo meio sem energia. A platéia nem cantou junto o refrão, o que eu esperava muito.

Momento mais bizarro: Então começa a tocar She´s not Me, uma música que eu não conhecia que fala, basicamente sobre seu marido querer ficar com uma mulher que se parece com você, mas não é você. Nisso começa a aparecer imagens de todas as fases da Madonna, de noiva cantando Like a Virgin até de vaqueira em Don´t tell me, passando por todas as permutações. Aí na ponta do palco que adentra a area VIP aparecem quatro Drag Queens, cada uma representando uma Madonna. Uma tava Madonna no principio, de renda, colares e luvas. Outra com o vestido cor-de-rosa Marylin Monroe que ela usa no video de Material Girl. Outra com uma roupa de Vogue, e outra com visual de The Girlie Show. Até aí tudo bem. Mas então a Madonna chega perto e começa a tirar uns pedaços da roupa de cada uma das Drags de maneira muito maniaca e começa a ficar estranho. Aí ela pega uma Drag e dá um puta de um beijo e eu comecei a ficar "hum, isso é meio doido". No final da música ela expulsa as Drags do palco, fica de quatro e começa a por na cabeça, uma a uma, as perucas que elas tavam usando, uma empilhada na outra. E depois volta pro palco principal se arrastando de quatro. Eu fiquei preocupada pela sanidade da mulher.

Momento mais "a Tereza é estranha": Sim, eu gosto de Die another Day, e sim, eu gostei da música no show.

Enfim, por alto, foi isso que me chamou mais a atenção, e o fato que ela carrega o show sozinha, e você realmente entra no mundo Madonna. Essa historia eu vou contar pros meus filhos e netos.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Masoquismo

Sabe que hoje eu notei que quando eu quero falar que uma coisa é extremamente bela, ou extremamente boa, ou extremamente completa, eu falo que ela é de doer.
Freud explica

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Post em construção (These are a few of my favorite things)

As melhores coisas já inventadas (em nenhuma ordem particular)

Cachorro
Sorvete de Menta com chocolate
Cavalo
Máquina de lavar roupa (pela praticidade e entretenimento)
Panela com teflon
Veronica Mars
Edredon
Camisas de flanela
Mulder & Scully
Coca-Cola (dãr)
Camisetas de algodão passadas
Pastilhas Garoto de Hortelã
Neil Gaiman
Chocolate Duo da Nestlé
Dame Julie Andrews (A mais Lady)
Peter Pan
O álbum Branco dos Beatles
Outback
Dallas
Blair Waldorf
Batatas de Salsa e Cebola da Visconti
Fones de ouvido
Inclusive, Rock n´Roll
Ficção Cientifica
Chicabon
Carmen Miranda
A trilha sonora de Juno
Filmes do Tim Burton
Barney Stintson
Realismo Fantástico
Orgulho e Preconceito (Mr Fitzwilliam Darcy)
Blogs
Unplugged Nirvana


(esse post deve continuar ad infinitum, sempre que eu lembrar de alguma coisa vou tentar colocar aqui, mas por hoje é só, pessoal)





terça-feira, 7 de outubro de 2008

21, and still AWESOME

Parabéns para mim! Agora eu já posso ir pra Las Vegas e aproveitar. Depois eu faço alguma coisa mais inspirada. Rockstar, fala aí!

E abaixo a música mais legal dos últimos tempos (hahahahaha):


domingo, 5 de outubro de 2008

Black Hole

Hoje eu chorei assistindo Lilo e Stitch. Mas assim, sabe, de soluço. E depois eu chorei assistindo The Office (série que eu nem sigo, assisti um ep aleatorio no FX) . Aí eu liguei pra minha mãe e chorei mais um pouco, quando ela disse que a gente vai passar as férias na praia. Eu vi a chuva caindo e chorei mais. A verdade é que a minha saudade de casa tá tão imensa que parece que eu vou quebrar, e só a ideia que eu vou passar o dia do meu aniversario aqui me deprime. Eu só, to sem animo pra nada, e quando não é isso eu tenho crises de ansiedade estranhas. Fazia muito tempo que eu não ressentia Rio Claro como eu to agora e isso não é saudavel, mas a verdade é que não posso ficar tanto tempo seguido aqui.
E tipo, eu sei que isso tá parecendo diário (ewwww!) e que ninguem tem nada a ver com isso, mas sei lá, eu sempre fico com vontade de escrever quando fico triste.

sábado, 19 de julho de 2008

Why so serious?

Então eu assisti Dark Knight e achei que foi um bom filme policial sobre o Harvey Dent que por acaso tinha o Batman e o Coringa no meio. E eu devo ser secretamente uma psicopata porque o meu personagem favorito foi de longe o Coringa e eu ria de tudo que ele falava ou fazia. Eu só queria dar um abraço nele. Fiquei toda decepcionada quando a policial latina era a traidora porque eu passei o filme todo achando que ela era Renne Montoya e na minha cabeça Renne Montoya=Questão, e eu tava louca pra ver o Questão no meio da historia, deixar o filme um pouco mais Noir. E eu estou convencida que esse Batman precisa do Robin, o Dick é claro, não o Tim, ele precisa de uma família desesperadamente, alguém, além do Alfred, que acredite nele sem nenhuma reserva. O próximo filme tem que ter a Mulher-Gato, uma vilã mais leve, que o Batman não se sinta todo culpado por não matar. Eu queria ver o Superman encontrando esse Batman, ia ser o mais engraçado, o Clark lá, não mas vc tem que agir dentro da lei e o Bruce mandando ele se fuder.

domingo, 29 de junho de 2008

Momento Geek 4

Ah, fiquei com vontade de escrever alguma coisa, embora não tenha pensado muito sobre o que...
então o que vcs acham de picspam? Quem frequenta livejournal sabe do que eu to falando, um bando de fotos sobre algo tematicamente coerente. Pra mim, h
um, coisas que eu ando assistindo/lendo/sendo obcecada por ou só passando o tempo entre uma prova de fim de semestre e outra.

Ou seja: Como eu sou geek ao cubo.

Peter Pan Escarlate: Guh, porque eu fico lendo essas coisas que eu sei que vão me fazer sofrer. A continuação oficial de Peter Pan e Wendy, é bem escrito e tem uma historia bacana, se bem que é muito mais uma continuação do mito do que do livro. E é triste, e sobre o Capitão Gancho, e triste. E muito mais simpático aos adultos do que o original. A bola da vez (pra ser zombados), são os adolescentes.








Indiana Jones e a Caveira de Cristal (ou algo assim): AWESOME! That is all.



Agente 86: Desde que eu assisti O virgem de 40 anos e amei, eu ando obcecada pelo Steve Carrel. Sou só eu ou ele é uma gracinha, daquele jeito narigudo que ele tem? Então eu fui assistir Agente 86. E não odiei! Tipo, é uma parodia, e tão não meu tipo de humor, mas é bem feito e tem umas piadas bem engraçadas e cenas de ação que não fizeram eu querer me matar, o que é um avanço com a maioria das cenas de ação hoje em dia. E ele tem uma química bem interessante com a Anne Hathaway. Bonitinho na sua maneira sessão da tarde de ser, se bem que o final poderia ser menos clichê.


Doctor Who: Aqui que eu mostro a que vim. Série de ficção cientifica, britânica, sobre um alienigena regenerativo, que viaja pelo tempo e espaço numa cabine telefonica azul, combatendo, na maioria das vezes, ameaças de outros alienigenas sobre a Terra. E as primeiras temporadas são dos anos 70. Sim, antes de Star W
ars, e tals. Sim, eu acho que alcancei o limite máximo da minha geekietude. Mas pra ser justa eu não ando assistindo desde lá o principio, a coisa old school não, eu assisto a nova série, que começou em 2005, e dá continuidade a série antiga embora seja completamente diferente da original, ou pelo menos foi o que me disseram. Com alguns efeitos especiais tosquissimos e algumas historias piores ainda, Doctor Who, era pra ser light, uma série pra crianças. Mas só era, porque, de novo, atuação do caralho e um doctor que se tornou recentemente o único da sua espécie é de partir o coração. E tem a Rose, a companhia humana dele, que é do caralho e engraçada e salva o mundo algumas vezes. Agora eu to meio pra baixo, porque o nono doctor regenerou e virou o Barto Crouch Jr e as coisas simplesmente não são as mesmas, mas eu tenho esperança. Ah, e já estou viciada.














(Barto Crouch Jr, ou, o décimo doctor)
(nono doctor e a rose)

Barney Stintson: How I Met your Mother é o melhor sitcom já feito desde de Friends. No momento eu estou muito inclinada dizer que na verda
de How I Met your Mother é um Friends porém melhor, mas como Friends teve dez temporadas e HIMYM ainda está na terceira eu vou dar um passe. As tres primeiras temporadas de Friends são bem do caralho, se um pouco antiquadas, do ponto de vista atual. Baseando-se fortemente em continuidade e flashbacks, Mother é a sitcom feita pra quem é fã de LOST (mas é melhor que Lost, viu, Lost cansa). Mas, não seria nada se não o brilhantismo de Barney ou do Neil Patrick Harris. Mulherengo, dork, sempre pronto pra um high-five ou uma true story, ainda assim carente ao extremo, e o mais leal dos amigos. Ele é o bro que vc sempre quis pra zoar ou pra dar uns pega (meu, a Robin é esperta). Uma atuação brilhante, um charme inconfudivel e uma série len... wait for it... dária. SUIT UP.
Blair e Chuck: Gossip Girl é AWESOME! Pronto falei, e nem é awesome no sentido de que é tão ruim que é bom, é simplesmente fantasticamente fantastico. É bem escrito, bem bolado, com a melhor trilha sonora não incidental de séries atualmente, bonito, com personagens, na grande maioria das vezes, interessantes, com atores, na grande maioria das vezes (isso não incluiu voce, Chace Crawford), muito bons. Fazer um drama adolescente, que é só um drama adolescente, ou seja, que depende apenas da interação entre os personagens principais, ser tão envolvente é uma tarefa e tanto. E Gossip Girl é sem dúvida o melhor do genero. The OC é brincadeira de criança perto de GG. E porque? Principalmente por causa desses dois aí embaixo. Puta personagens do caralho com puta atores do caralho pra interpreta-los. Esses dois são os seres mais reais de GG, embora por muitas vezes eles pareçam ser os mais cartunescos, mas sabe, é isso que as pessoas fazem, elas poem uma fachada e só de vez em quando deixam aparecer o que tem por baixo. E o que tem por baixo de Blair e Chuck? Camadas. Eles são fraking cebolas. E eu nem sou tão shipper assim, gosto dos dois separados tanto quanto juntos.
E além disso eles são as duas criaturas mais atraentes em GG (sim, por alguma razão estranha que eu não posso explicar, agora eu acho Chuck bonito... Go figures).


sábado, 14 de junho de 2008

É pra você

EU GANHEI UM COPO OFICIAL DA COCA-COLA/OLÍMPIADA DE PEQUIM (francamente, em Portugues, é Pequim, não Beinjing, e nem pensem em mudar, como fizeram com Bombaim/Mumbai, agora não faz mais sentido chamar de Bollywood)!!!!
E sim, eu tive que quebrar um jejum que durava mais de dois anos (mais de tres) e comer um sanduiche do McDonalds. MAS VALEU A PENA!!!!!!!!!!!!!! PORQUE ELE É ROXO E É LINDO E É MEU AGORA!!!! E daqui a vinte anos ele vai valer uns trezentos doláres. Então, eu to bem. Inclusive, algo que eu desconfiava e agora confirmei, sanduiches do McDonalds são tipo a coisa menos apetitosa que já inventaram.

Eu assisti Fim dos Tempos e quase que odiei. Se não fossem algumas cenas fodásticas e alguns personagens interessantes ele teria sido intragavel. Isso porque eu sou tipo a maior entusiasta do Shyamalan que existe, e ainda acho que A Vila é o filme mais subestimado de todos os tempos. Eu culpo o Mark Whalberg, que é um péssimo ator. Alguém mais carismatico teria levado o filme melhor.
Mas anyway, a melhor parte foi que passou o trailer de Arquivo X e eu tive um ataque geek histerico de proporções só dantes vistas em relação a Harry Potter pré-livro seis. Mulder e Scully, I missed you so.


Por fim, uma das minhas propagandas que eu mais gosto. Embora não barre a do beijo do Mercado Livre:


segunda-feira, 26 de maio de 2008

Modern girls always get their way (hell yeah!)

"Lear. Personagem do Shakespeare. Ao contrário das crenças populares, o cara precisa de frustração e traição. Se não você não tem permanência. Não consegue fazer um papel principal durante cinco atos inteiros. Não consegue fazer duas montagens num dia só. Não consegue fazer um personagem arquear assim do Ponto A até o Ponto G. Não consegue atravessar o clímax, criar uma linha dramática convincente... e tal. Cê tá sacando? A pessoa tem que se ferrar. Tem que apanhar um pouco da vida, rodar por aí. Assim tem uma ferramenta pra usar, saca? Dói pra cacete. Beleza. Chateia. Você não sabe se tá numa de continuar nessa. Mas isso abre caminho pro que chamam normalmente de res -so-nân-cia emotiva. Uma ressonância emotiva impossibilita o povo de tirar os olhos de você, quando você tá no palco. Já se virou num filme bom e viu as caras? Bem intensas."

Parafraseado de Tópicos Especiais em Física das Calamidades, por Marisha Pessl, e possivelmente a razão de porque eu sou tão masoquista, mesmo quando não há uma razão boa o suficiente para sofrer.

"Haven´t you heard? I´m the crazy bitch around here."
Blair Waldorf, Queen (B) of the entire Universe (e uma das muitas razões de pq minha semana passada foi mais que divertida)
(o melhor do mundo é a cara de terror absoluto da Georgina. Queen B, you rock!)

http://goddesspharo.livejournal.com/95901.html#cutid1 (bem melhor do que muitas coisas que se lê por aí)


E por fim, vamos celebrar o amor imortal entre Glinda e Elphaba (a finalidade desse post é demonstrar minha vida, ahem, cultural, nessas últimas duas semanas, enjoy):

terça-feira, 20 de maio de 2008

Eu me tornei a morte. Eu sou a destruidora do mundo

Eu sou uma pessoa sensível. Eu choro vendo filmes, lendo livros, ouvindo músicas e eu fico toda quente por dentro quando me contam histórias de amor, de amizade e de famílias fantásticas.
Eu também sou realista, eu consigo me afastar quando eu paro pra pensar sobre guerras e revoluções e outros momentos históricos. Quer dizer, eu consigo, sem grande esforço ver que a tentativa nazista e Hitler tinham lógica, quando pensado de uma maneira nacionalista, e Getúlio Vargas é pra mim um dos estadistas mais brilhantes que o país já teve. Isso não quer dizer que eu seja nazista ou getulista, e não quer dizer que eu não veja todos os grandes erros morais que envolvem esses tipos de histórias. Mas a verdade é que foram riscos tomados com certas intenções, que tinham um propósito bem definido por trás. Certos sacrifícios devem ser feitos para certos resultados serem apresentados. Essa é a história humana desde o princípio, com exemplos como a inquisição, a escravatura de hebreus por egípcios e toda aquela bagunça que eram as civilizações americanas pré-colombianas.
Eu não concordo, mas eu entendo.
Então quando eu decidi escrever alguma coisa sobre os cientistas que construíram a bomba atômica, um textinho desses meus, eu pensei que eu não teria problemas. Eu consigo racionalizar sobre essas coisas, certo? Eu consigo me distanciar emocionalmente o suficiente, não?
Mas o negocio é, eu não consigo. A frase do titulo é supostamente do Oppenheimer, depois que ele viu os primeiros testes da bomba atômica em Los Alamos, e foi ela que me deu inspiração, porque eu achei devastadoramente apropriada.
Meu plano era o seguinte, dar uma estudada no assunto, descobrir quem eram os caras mais importantes do projeto e depois passar uns dias remoendo tudo pra ver se saia alguma coisa
legal e quem sabe relevante.
Mas não rola, eu fui ver um documento intitulado Atomic Bomb Timeline e o primeiro nome é Issac Newton. Só nisso algum sinal de alerta começou a soar no meu corpo. Newton? Sério? Faz sentido, mas ver o nome dele misturado no negócio foi chocante. Algumas linhas pra baixo e vem Einsten, e sim, eu sabia que o Einstein estava envolvido, mas ali o que é citado é a gloriosa e genial teoria da relatividade e parece que meu chão desaparece. Continuo lendo uma ou outra coisa mas eu tenho que parar porque eu estou fisicamente passando mal.
Foda-se a imparcialidade. Eu não perdoo, havia escolha e nada justifica uma arma dessa, uma chacina dessa. Eu acredito que por mais feia que seja, a guerra pode ser gloriosa, mas não nesses termos, não dessa forma tão covarde.
Eu teria enlouquecido se estivesse envolvida, eu teria enlouquecido se fosse a garçonete que servia café no diner em que eles almoçavam. Como eles sobreviveram tendo martelado os rebites da bomba é inexplicável pra mim. Alguém deveria ter parado, alguém deveria ter tido bom senso e sabotado o negócio todo, tantas coisas difíceis são necessárias que facilmente alguma deveria ter errado. E não deu, por duas vezes não deu. E eu não perdoo.
Alguma coisa dentro de mim quebrou. Pra sempre. A humanidade é feia e eu questiono a validade dela no mundo. Eu costumava achar que a gente era humano pra experimentar todos os sentimentos com nuances que a outros seres não são permitidos. Amar, e brigar também. Ler livros e ver filmes e pintar quadros, essas deveriam ser as maiores realizações que alguém poderia aspirar, porque isso que é único na nossa espécie. Não matar quem vier pela frente porque sim, isso qualquer coisa é capaz de fazer. Isso é ser irracional.
Eu não sou pacifista, eu acredito que você deve por a defesa de seu grupo acima de tudo, mas não ás custas de tudo.
Mas é como o colega do Oppenheimer sussurrou no seu ouvido aquele dia, agora somos todos filhos da puta.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Só um parenteses sobre a minha vida

Eu odeio ficar gripada! Odeio, odeio, odeio. E não é nem aquelas gripes ultra-fortes que vc é forçada a ficar de cama, mas aquela que vc passa o dia inteiro tossindo e espirrando, mas sua cabeça ainda funciona e seu corpo, embora cansado, ainda colabora, então vc tem que ir pra aula. E sim, minha garganta irritou, eu fiquei semi-afonica e passei o dia inteiro, um dia relativamente quente inda por cima, de cachecol. E amanha eu nem vou poder sair... Finalmente uma balada que eu quero ir. Ódio!

segunda-feira, 3 de março de 2008

Aniversário

Ontem o La Texana fez exatamente um ano. Foram 73 posts, 26 tags, 20 textos, 3 listas, 3 momentos geeks e mais músicas do que eu tenho paciencia de contar. Eu não posso nem começar a contar o tanto que esse blog foi importante pra mim. Em termos de produção eu nunca escrevi tanto quanto esse último ano (muita coisa eu nem cheguei a postar aqui, mas o que vale é o incentivo) e experimentei várias técnicas novas, inclusive um texto em segunda pessoa, talvez o que tenha me dado mais trabalho. Em momentos de dor eu escrevia mais, e isso me curava um pouco, ás vezes muito. Eu me deliciei com cada comentário feito, nem que fosse o "achei legal" até os mais detalhados, mas sempre tendo em mente que eu escrevia pra mim, não pros outros. Se alguém mais gostou e achou válido, foi lucro. Então, o que eu quero dizer, é valeu, blog, por ser um veículo pros meus devaneios, e obrigada, qualquer um que tenha lido, por compartilhar o meu mundo particular. Que muitos anos se sigam.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Momento Geek III



Fui na Saraiva gastar o presente de Natal que minha vó me deu e voltei com R$ 240,00 em produtos pra alimentar minha veia geek:




Arquivo X, Segunda Temporada: Gente, eu não posso nem começar a descrever o tanto que eu to feliz de ter um Mulder e uma Scully a minha disposição sempre que eu quiser. E agora eu posso pausar, repetir, tentar entender o que diabos esses ets querem com a gente ao mesmo tempo em que eu vejo o tanto que o Mulder é pretty (pretty boy) e a Scully é o máximo. E além de alimentar meu geek interior, alimento meu shipper interior, porque esses dois, vou te contar. Eles vivem se tocando, cara, e isso porque eu nem vou detalhar a reação do Mulder quando a Scully é (spoiler). Love!




The Watchmen: Sim, um graphic novel. Sim, custou quarenta conto numa edição nem tão boa assim. Mas é tão bom! É do Alan Moore, o mesmo cara de Monstro do Pântano (fantástico) e V de Vingança (superestimado, na minha opinião). E é sobre esses super heróis que vivem num mundo que a guerra fria foi um tanto diferente da nossa e o fim do mundo está realmente prestes a acontecer. Ao mesmo tempo em que super-heróis mascarados, já aposentados, começam a morrer, e os poucos que sobraram começam a investigar, temendo serem os próximos. É meio que um por trás das cenas do liga da justiça, o que realmente aconteceu, o que motivou essas pessoas a porem uma máscara e ir atrás de malfeitores, o que eles ganharam com isso. É politico, inovador, corajoso e vale a pena.




Sandman, Estação das Brumas: Finalmente eu consegui comprar uma das edições da história do senhor dos sonhos. O Neil Gaiman é tão bom nesse negocio de contar histórias, isso porque ele parece saber todas as histórias que já foram contadas no mundo. Sandman é um mundo de referencias, atrás de referencias, simbolismos atrás de simbolismos. E isso só os que eu conhecia. Viu, eu sempre soube que ficar lendo esses livros de mitologia iam me servir pra alguma coisa. E essa história em particular é geek ao quadrado porque faz referencias diretas a coisas intrinsicamente exploradas no mangá Angel Sanctuary. Que eu leio! Basicamente Lúcifer desiste de comandar o inferno, expulsa todos os habitantes de lá e entrega a chave pro Sandman fazer o que bem entender com ela. Agora todos os habitantes de todos os infernos possíveis (tipo Asgard, saca, de Cavaleiros) querem se apoderar dele e cabe a Sandman escolher quem é mais digno, ou quem tem o melhor suborno. O final é espetacular e só a pequena referencia ao Gavião Negro me deixa feliz (porque afinal, eu sou geek da DC), mas são os personagens demoníacos e angelicos que fazem a graça. Só não precisava ser tão caro.






Anasi Boys: Por fim, eu não ia gastar esse tanto de dinheiro numa livraria e não comprar, saca, um livro. Mas continuando com a veia geek eu fui e comprei outro do Neil Gaiman. Na verdade eu quase comprei Stardust, mas era mais caro, menor e tinha todas essas viadagens desnecessárias que eles põe em versões nacionais. Esse é em inglês, e é em paperback, que eu aaaamooooo, e mesmo assim é grosso, o que é quase impossível com paperback. Eu só comecei a ler, mas é uma comédia fantastica (no sentido de ser uma fantasia) sobre deuses africanos, irmãos desconhecidos e ingleses um pouco uptights demais pro próprio bem. Até agora eu to gostando. Eu já falei que é paperback?








obs: Meu eu cortei bastaaaaante meu cabelo, tipo eu mal consigo prender ele. Eu ainda to me acostumando, mas eu acho que ficou rock´n roll.


terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Lua em Áries (e ainda tem gente que não acredita em horoscopo)

Todo inicio de ano eu costumo procurar por essas coisas, mas esse foi o primeiro que eu vi que detalhava tão bem a relação entre signo solar e ascendente. Depois diz se não sou eu:


Signo - Libra / Ascendente Leão.
Sem limites para a paixão.A junção com o ascendente faz dele o ser que deseja amar acima de tudo. A vida gira em torno daquilo que lhe permite criatividade e desdobramento do próprio Eu.

Seu lado Leonino mostra uma líder até na hora de amar... é gentil, generoso, simpático e protetor. É extrovertido e radiante, enchendo de vida todo ambiente onde se encontra.Companheiro fiel e dedicado, o leonino é capaz de relacionamentos intensos e calorosos. É o signo da radiância.
O lado leão faz de libra uma pessoa muito viva e expressiva. Existe uma marca pessoal em tudo o que faz, tem muita personalidade, adora elogios (isso é tão verdade que chega a me envergonhar), é generoso e facilmente consegue potencializar a atenção dos outros.
No libriano o charme e equilíbrio são suas características marcantes. Além disso, é inteligente e honesto em suas decisões. Cultiva a paixão pela justiça, joga limpo e não é capaz de suportar uma traição. Romântico ao extremo, conquista as pessoas aos poucos. Sensualidade, beleza e liberdade são fundamentais em sua relação.
É sensível, justo. Procura construir uma vida harmoniosa e agradável, onde possa se cercar de gente que entende seus valores e sentimentos. Prefere viver com rapidez, movimento e detesta a mesmice (Ah, nem tanto, eu gosto de uma rotina).
O nativo de Libra valoriza muito os relacionamentos e faz de tudo para agradar àqueles que ama. Quando ama, ama de verdade, não há cá meios termos para definir o seu sentimento, o qual é sincero, intenso e duradouro (e como eu já sofri por isso), é um ser diplomático e educado, que resolve as coisas com uma conversa amigável (você chama de conversa, eu chamo de discussão amigável).
Palavra que define o libriano: Harmonia
O que menos suporta: A injustiça
O dinheiro obtém: Trabalhando naquilo que gosta
O dinheiro significa : Uma necessidade a mais
Mente: É intuitiva e profunda
Família: É parte de seu equilíbrio
O lar está carregado de: Ordem e harmonia
Sua imaginação se caracteriza por: Ser rápida e original
No trabalho: É justo e imparcial
Seu trabalho perfeito está: Ligado às Leis, relações públicas, diplomacia, arte, literatura, comunicação (será que o universo esta tentando me dizer alguma coisa?).
Atividade que o beneficia : Desenvolver algo artístico
Como repõe suas energias: Desfrutando a vida e rodeando-se de beleza (talvez a maior verdade sobre mim mesma que eu já ouvi)
Em sociedade e nos negócios caracteriza-se por: Ser neutro e objetivo
No amor: Você busca um amante ideal e eterno (Suspiro... isso pode ser extremamente frustrante, sabia?)
O casamento: É uma relação igualitária
Sua maior virtude: A integridade
Seu sonho secreto: Um mundo justo para todos (Awww, talvez, num futuro distante, depois de eu ter conquistado o mundo)
Sua filosofia: O equilíbrio é o melhor caminho
As viagens: Significam aprendizagem (então quer dizer que é por isso que eu gosto tanto de ir em museus e essas coisas?)
Define o sucesso como: Sorte e intuição
Como chefe: É receptivo e sensível
Os amigos significam: Honestidade e lealdade
Pecado capital: Luxúria (Nem, preguiça)
Signo Complementar: Áries, a força do eu.
Oposto Psicológico: Escorpião (True, true)
Dia da Semana: Sexta-feira
Estação do Ano: Outono
Flores e Plantas: Hortênsia, Lírio, Amor-Perfeito (gente até na flor...), Orquídea, Rosas, camélias, Flores Azuis.
Música: Envolventes, Quentes e Românticas
Potencial Psíquico: Excelente percepção extra-sensorial (um pouquinho excelente demais pro meu gosto)
Palavras Chave: Eu (Hee), Harmonia, Equilíbrio, Juntos.
Símbolos: A Balança

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Bad News Blair (ou como Gossip Girl se tornou meu progama favorito da temporada)

Na verdade eu não vou falar sobre o que é GG. A Renata já fez uma critica muito pertinente lá no Na Vitrine (que eu linkaria aqui se tivesse alguma ideia como se faz isso) e eu já andei por aí falando em como a Blair é minha personagem favorita de todos os tempos da última semana. Esse post é pra revelar mais uma faceta da minha obssesão com pessoas ficticias. Já a algum tempo, se não me engano desde a Morgana de Brumas de Avalon, quase toda vez que eu fico encantada por algum personagem novo eu costumo escrever alguma coisa sobre ele. Pode ser um paragrafo que seja ou uma tese de Doutorado (cofHermionecof), mas essa é uma maneira que eu encontrei de me aproximar mais dele, enteder suas motivações, seu lugar na história e o que seu criador pretendia com ele. Normalmente isso acontece no rush da novidade, quando eu ainda estou conhecendo o universo que ele pertence e tudo ainda é uma surpresa. É uma maneira de me conectar a nivel pessoal e ainda assim analisar a estrutura da história. Chamem de fanfic, eu não nego que seja um pouco disso, mas eu acho que o termo estudo de personagem é mais adequado.

Aqui no Latexana eu já postei duas vezes esses meus devaneios, um com o dois triangulos, depois de eu ter assistido dois eps da segunda temporada de One Three Hill e outro depois que a novela mais perfeita de todos os tempos, O Profeta, acabou. Só pra deixar claro, isso não é uma coisa que eu me esforce pra fazer, normalmente vem brotando, depois que dá aquela coceirinha no peito que te faz querer escrever de qualquer maneira, e dificilmente começa com um proposito definido. Esse próximo que eu vou apresentar pra vocês nem foi escrito de caneta a principio, mas sim com um palito de dente num daqueles papeis manteigas que se usam pra forrar mesa de restaurante. Chamem de inspiração. Por que eu escrevi em inglês? Nem me perguntem, não foi minha intenção, mas eu acho que ele perderia a força se eu traduzisse.

Escrevi isso logo depois que vi o terceiro episodio da temporada, mas essa cena se passa durante (e um pouco após) a primeira cena que eu vi da Blair, a primeira vez que ela vê a Serena depois dela voltar, portanto antes dela saber da história do Nate. A cena me deixou uma impressão muito forte e é ultra curtinha. Nesse momento eu soube que valeria a pena acompanhar a vida dessas duas meninas. Ah, o que seria da vida sem a ficção?

Blair kissed her face with an affection only reserved to her. No one, not even Nate knew about this other side. This caring, soft person that resided inside the walls of a fake cold heart. Blair was not yet a woman, but she sure could pass as one, specially since this was what she intended.
But she couldn´t help it, the mere sight of Serena transformed her into an insecure 11-year old who needed protection. Serena was the big sister, the bad influence she hadn´t had and now she was back and Blair could barelly keep the tears inside.
She wanted to shout her desperation for that charismatic girl that had stealed her senses. But then she remembered being abandoned and betrayed and covered all up with that sarcastic smile she had perfected.
Serena looked into her eyes and smiled that charming, open smile and it took all of Blair strenghts not to simply smile along. Then her mother called and Serena walked away .
Blair looked down and, between a tear and a sob, laughed with total abandom and happines.
Abaixo: aren´t they lovelly?

sábado, 24 de novembro de 2007

Trilha Sonora IV

Track 4- Leila (Hey Mickey)

Nenhuma razão profunda pra essa, mas não tem como não pensar na Leila ouvindo essa música. O fato de ser trilha sonora de um filme sobre cheerleaders torna tudo ainda mais perfeito (e fora o fato que a letra é completamente insinuante). A Leila ia total ser cheerleader se tivesse estudado numa high school, mas não uma dessas esteriopticas (meu, como que escreve essa palavra?) mas uma das completamente ficticias que não ligam muito pra esse negócio de hierarquia social na escola. Ah e ps: a Eliza Dushku é muito mais legal que a Kirsten Dunst.



menção honrosa: Dancing Queen (e secretamente Footloose)

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Trilha Sonora III

Track 3- Drika (Sunday Morning)

Amizade com a Drika é que nem essa música, relaxada, gostosa e altamente viciante. Essa música tem um je ne sais quoi , um clima que eu associo com tardes preguiçosas e absolutamente ninguém me lembra tanto tardes preguiçosas quanto a Drika. E também é outra das que a gente cansou de cantar juntas, sempre errando na mesma parte. Perfeita pra um videokê.

:

Sunday morning rain is falling
Steal some covers share some skin
Clouds are shrouding us in moments unforgettable
You twist to fit the mold that I am in
But things just get so crazy living life gets hard todo
And I would gladly hit the road get up and go if Iknew
That someday it would lead me back to you
That someday it would lead me back to you
That may be all I need
In darkness she is all I see
Come and rest your bones with me
Driving slow on Sunday morning
And I never want to leave
Fingers trace your every outline
Paint a picture with my hands
Back and forth we sway like branches in a storm
Change the weather still together when it ends
That may be all I need
In darkness she is all I see
Come and rest your bones with me
Driving slow on Sunday morning
And I never want to leave
But things just get so crazy living life gets hard todo
Sunday morning rain is falling and I'm calling out to you
Singing someday it'll bring me back to you
Find a way to bring myself back home to you
And you may not know
That may be all I need
In darkness she is all I see
Come and rest your bones with me
Driving slow on Sunday morning
Menções Honrosas: My Happy Ending, Since U Been Gone, É o amor (só a Drika entende o quanto essa música é legal)