"Porque se você for parar pra pensar, um filme adolescente é tão realista quanto um musical da Broadway."
É fofo ver você parado aí, com as mãos na cintura, empurrando o óculos da ponta do nariz, testando a verosimilhança do último "se não fosse por John Hughes não pensaria em existir".
"Quer dizer, porque é sempre a garota nerd que fica com o gostosão da escola? E o que acontece com o garoto nerd? Eles não merecem amar também?"
"Em Namorada de Aluguel o cara nerd fica com a popzinha. Em Vingança dos Nerds também."
Você dá de ombros e coloca outro dvd na prateleira.
"Mesmo assim, excessões."
Com o cabelo caindo no rosto, e a camiseta cinza um pouco grande demais vc parece bom o suficiente pra comer.
"Bom, eu acho que esse tipo de filme normalmente é direcionado pra garotas, e não garotos adolescentes. E é muito mais fácil quem for ir ver ser, ou ter sido, uma garota nerd que gosta do bonitão da escola do que o contrario. É realização de fantasias. Como dizem, comédias românticas servem como pôrno emocional pra mulheres. Comédias românticas adolescentes devem ser o equivalente a uma porno-chanchada leve."
Seu sorriso pra mim deixa de ser divertido e se torna predátorio.
"Porno-chanchada? E qual era a sua fantasia com o gostosão da escola?"
Você me puxa pra perto da parede e começa a beijar meu pescoço.
"Hum, sabe eu sempre gostei mais do angulo melhor amiga que é apaixonada pelo nerd gato que nem percebe que ela existe até o último minuto. Beeeeem mais realista."
Demora um tempo pra você responder, estando com a boca cheia e tal.
"Eu ainda acho esses filmes bobos."
"Você tem que pensar assim, enquanto a gente assiste 10 coisas, Ela é Demais, e, pra um estimulo mental maior, Garotas Malvadas, você perdia tempo e energia com Star Whores. Pelo menos a trilha sonora dos filmes bobos é sempre do caralho. Dancing with Myself é tão clássico."
"Puta que o pariu, porque você nunca usa saia?"
Até eu conseguir formar uma resposta coerente demora um tempo. É culpa sua.
"Culpe o pós-feminismo. Sempre me ensinaram que eu que tenho que usar as calças na relação."
Você ri no meu cabelo e é um dos melhores sons que eu já ouvi.
"Pelo menos com Star Whores eu aprendi alguma coisa."
Eu olho pra você com desafio.
"Só papo."
Você finge que não ouviu, tenta me distrair.
Funciona.
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Post em construção (These are a few of my favorite things)
As melhores coisas já inventadas (em nenhuma ordem particular)
Cachorro
Sorvete de Menta com chocolate
Cavalo
Máquina de lavar roupa (pela praticidade e entretenimento)
Panela com teflon
Veronica Mars
Edredon
Camisas de flanela
Mulder & Scully
Coca-Cola (dãr)
Camisetas de algodão passadas
Pastilhas Garoto de Hortelã
Neil Gaiman
Chocolate Duo da Nestlé
Dame Julie Andrews (A mais Lady)
Peter Pan
O álbum Branco dos Beatles
Outback
Dallas
Blair Waldorf
Batatas de Salsa e Cebola da Visconti
Fones de ouvido
Inclusive, Rock n´Roll
Ficção Cientifica
Chicabon
Carmen Miranda
A trilha sonora de Juno
Filmes do Tim Burton
Barney Stintson
Realismo Fantástico
Orgulho e Preconceito (Mr Fitzwilliam Darcy)
Blogs
Unplugged Nirvana
(esse post deve continuar ad infinitum, sempre que eu lembrar de alguma coisa vou tentar colocar aqui, mas por hoje é só, pessoal)
Cachorro
Sorvete de Menta com chocolate
Cavalo
Máquina de lavar roupa (pela praticidade e entretenimento)
Panela com teflon
Veronica Mars
Edredon
Camisas de flanela
Mulder & Scully
Coca-Cola (dãr)
Camisetas de algodão passadas
Pastilhas Garoto de Hortelã
Neil Gaiman
Chocolate Duo da Nestlé
Dame Julie Andrews (A mais Lady)
Peter Pan
O álbum Branco dos Beatles
Outback
Dallas
Blair Waldorf
Batatas de Salsa e Cebola da Visconti
Fones de ouvido
Inclusive, Rock n´Roll
Ficção Cientifica
Chicabon
Carmen Miranda
A trilha sonora de Juno
Filmes do Tim Burton
Barney Stintson
Realismo Fantástico
Orgulho e Preconceito (Mr Fitzwilliam Darcy)
Blogs
Unplugged Nirvana
(esse post deve continuar ad infinitum, sempre que eu lembrar de alguma coisa vou tentar colocar aqui, mas por hoje é só, pessoal)
sábado, 19 de julho de 2008
Why so serious?
Então eu assisti Dark Knight e achei que foi um bom filme policial sobre o Harvey Dent que por acaso tinha o Batman e o Coringa no meio. E eu devo ser secretamente uma psicopata porque o meu personagem favorito foi de longe o Coringa e eu ria de tudo que ele falava ou fazia. Eu só queria dar um abraço nele. Fiquei toda decepcionada quando a policial latina era a traidora porque eu passei o filme todo achando que ela era Renne Montoya e na minha cabeça Renne Montoya=Questão, e eu tava louca pra ver o Questão no meio da historia, deixar o filme um pouco mais Noir. E eu estou convencida que esse Batman precisa do Robin, o Dick é claro, não o Tim, ele precisa de uma família desesperadamente, alguém, além do Alfred, que acredite nele sem nenhuma reserva. O próximo filme tem que ter a Mulher-Gato, uma vilã mais leve, que o Batman não se sinta todo culpado por não matar. Eu queria ver o Superman encontrando esse Batman, ia ser o mais engraçado, o Clark lá, não mas vc tem que agir dentro da lei e o Bruce mandando ele se fuder.
domingo, 29 de junho de 2008
Momento Geek 4
Ah, fiquei com vontade de escrever alguma coisa, embora não tenha pensado muito sobre o que...
então o que vcs acham de picspam? Quem frequenta livejournal sabe do que eu to falando, um bando de fotos sobre algo tematicamente coerente. Pra mim, hum, coisas que eu ando assistindo/lendo/sendo obcecada por ou só passando o tempo entre uma prova de fim de semestre e outra.
Ou seja: Como eu sou geek ao cubo.
Peter Pan Escar
late: Guh, porque eu fico lendo essas coisas que eu sei que vão me fazer sofrer. A continuação oficial de Peter Pan e Wendy, é bem escrito e tem uma historia bacana, se bem que é muito mais uma continuação do mito do que do livro. E é triste, e sobre o Capitão Gancho, e triste. E muito mais simpático aos adultos do que o original. A bola da vez (pra ser zombados), são os adolescentes.
Indiana Jones e a Caveira de Cristal (ou algo assim): AWESOME! That is all.

Agente 86: Desde que eu assisti O virgem de 40 anos e amei, eu ando obcecada pelo Steve Carrel. Sou só eu ou ele é uma gracinha, daquele jeito narigudo que ele tem? Então eu fui assistir Agente 86. E não odiei! Tipo, é uma parodia, e tão não meu tipo de humor, mas é bem feito e tem umas piadas bem engraçadas e cenas de ação que não fizeram eu querer me matar, o que é um avanço com a maioria das cenas de ação hoje em dia. E ele tem uma química bem interessante com a Anne Hathaway. Bonitinho na sua maneira sessão da tarde de ser, se bem que o final poderia ser menos clichê.

Doctor Who: Aqui que eu mostro a que vim. Série de ficção cientifica, britânica, sobre um alienigena regenerativo, que viaja pelo tempo e espaço numa cabine telefonica azul, combatendo, na maioria das vezes, ameaças de outros alienigenas sobre a Terra. E as primeiras temporadas são dos anos 70. Sim, antes de Star Wars, e tals. Sim, eu acho que alcancei o limite máximo da minha geekietude. Mas pra ser justa eu não ando assistindo desde lá o principio, a coisa old school não, eu assisto a nova série, que começou em 2005, e dá continuidade a série antiga embora seja completamente diferente da original, ou pelo menos foi o que me disseram. Com alguns efeitos especiais tosquissimos e algumas historias piores ainda, Doctor Who, era pra ser light, uma série pra crianças. Mas só era, porque, de novo, atuação do caralho e um doctor que se tornou recentemente o úni
co da sua espécie é de partir o coração. E tem a Rose, a companhia humana dele, que é do caralho e engraçada e salva o mundo algumas vezes. Agora eu to meio pra baixo, porque o nono doctor regenerou e virou o Barto Crouch Jr e as coisas simplesmente não são as mesmas, mas eu tenho esperança. Ah, e já estou viciada.

(Barto Crouch Jr, ou, o décimo doctor)
Barney Stintson: How I Met your Mother é o melhor sitcom já feito desde de Friends. No momento eu estou muito inclinada dizer que na verdade How I Met your Mother é um Friends porém melhor, mas como Friends teve dez temporadas e HIMYM ainda está na terceira eu vou dar um passe. As tres primeiras temporadas de Friends são bem do caralho, se um pouco antiquadas, do ponto de vista atual. Baseando-se fortemente em continuidade e flashbacks, Mother é a sitcom feita pra quem é fã de LOST (mas é melhor que Lost, viu, Lost cansa). Mas, não seria nada se não o brilhantismo de Barney ou do Neil Patrick Harris. Mulherengo, dork, sempre pronto pra um high-five ou uma true story, ainda assim carente ao extremo, e o mais leal dos amigos. Ele é o bro que vc sempre quis pra zoar ou pra dar uns pega (meu, a Robin é esperta). Uma atuação brilhante, um charme inconfudivel e uma série len... wait for it... dária. SUIT UP.


Blair e Chuck: Gossip Girl é AWESOME! Pronto falei, e nem é awesome no sentido de que é tão ruim que é bom, é simplesmente fantasticamente fantastico. É bem escrito, bem bolado, com a melhor trilha sonora não incidental de séries atualmente, bonito, com personagens, na grande maioria das vezes, interessantes, com atores, na grande maioria das vezes (isso não incluiu voce, Chace Crawford), muito bons. Fazer um drama adolescente, que é só um drama adolescente, ou seja, que depende apenas da interação entre os personagens principais, ser tão envolvente é uma tarefa e tanto. E Gossip Girl é sem dúvida o melhor do genero. The OC é brincadeira de criança perto de GG. E porque? Principalmente por causa desses dois aí embaixo. Puta personagens do caralho com puta atores do caralho pra interpreta-los. Esses dois são os seres mais reais de GG, embora por muitas vezes eles pareçam ser os mais cartunescos, mas sabe, é isso que as pessoas fazem, elas poem uma fachada e só de vez em quando deixam aparecer o que tem por baixo. E o que tem por baixo de Blair e Chuck? Camadas. Eles são fraking cebolas. E eu nem sou tão shipper assim, gosto dos dois separados tanto quanto juntos.
E além disso eles são as duas criaturas mais atraentes em GG (sim, por alguma razão estranha que eu não posso explicar, agora eu acho Chuck bonito... Go figures).



então o que vcs acham de picspam? Quem frequenta livejournal sabe do que eu to falando, um bando de fotos sobre algo tematicamente coerente. Pra mim, hum, coisas que eu ando assistindo/lendo/sendo obcecada por ou só passando o tempo entre uma prova de fim de semestre e outra.
Ou seja: Como eu sou geek ao cubo.
Peter Pan Escar
late: Guh, porque eu fico lendo essas coisas que eu sei que vão me fazer sofrer. A continuação oficial de Peter Pan e Wendy, é bem escrito e tem uma historia bacana, se bem que é muito mais uma continuação do mito do que do livro. E é triste, e sobre o Capitão Gancho, e triste. E muito mais simpático aos adultos do que o original. A bola da vez (pra ser zombados), são os adolescentes.Indiana Jones e a Caveira de Cristal (ou algo assim): AWESOME! That is all.

Agente 86: Desde que eu assisti O virgem de 40 anos e amei, eu ando obcecada pelo Steve Carrel. Sou só eu ou ele é uma gracinha, daquele jeito narigudo que ele tem? Então eu fui assistir Agente 86. E não odiei! Tipo, é uma parodia, e tão não meu tipo de humor, mas é bem feito e tem umas piadas bem engraçadas e cenas de ação que não fizeram eu querer me matar, o que é um avanço com a maioria das cenas de ação hoje em dia. E ele tem uma química bem interessante com a Anne Hathaway. Bonitinho na sua maneira sessão da tarde de ser, se bem que o final poderia ser menos clichê.

Doctor Who: Aqui que eu mostro a que vim. Série de ficção cientifica, britânica, sobre um alienigena regenerativo, que viaja pelo tempo e espaço numa cabine telefonica azul, combatendo, na maioria das vezes, ameaças de outros alienigenas sobre a Terra. E as primeiras temporadas são dos anos 70. Sim, antes de Star Wars, e tals. Sim, eu acho que alcancei o limite máximo da minha geekietude. Mas pra ser justa eu não ando assistindo desde lá o principio, a coisa old school não, eu assisto a nova série, que começou em 2005, e dá continuidade a série antiga embora seja completamente diferente da original, ou pelo menos foi o que me disseram. Com alguns efeitos especiais tosquissimos e algumas historias piores ainda, Doctor Who, era pra ser light, uma série pra crianças. Mas só era, porque, de novo, atuação do caralho e um doctor que se tornou recentemente o úni
co da sua espécie é de partir o coração. E tem a Rose, a companhia humana dele, que é do caralho e engraçada e salva o mundo algumas vezes. Agora eu to meio pra baixo, porque o nono doctor regenerou e virou o Barto Crouch Jr e as coisas simplesmente não são as mesmas, mas eu tenho esperança. Ah, e já estou viciada.
(Barto Crouch Jr, ou, o décimo doctor)
(nono doctor e a rose)
Barney Stintson: How I Met your Mother é o melhor sitcom já feito desde de Friends. No momento eu estou muito inclinada dizer que na verdade How I Met your Mother é um Friends porém melhor, mas como Friends teve dez temporadas e HIMYM ainda está na terceira eu vou dar um passe. As tres primeiras temporadas de Friends são bem do caralho, se um pouco antiquadas, do ponto de vista atual. Baseando-se fortemente em continuidade e flashbacks, Mother é a sitcom feita pra quem é fã de LOST (mas é melhor que Lost, viu, Lost cansa). Mas, não seria nada se não o brilhantismo de Barney ou do Neil Patrick Harris. Mulherengo, dork, sempre pronto pra um high-five ou uma true story, ainda assim carente ao extremo, e o mais leal dos amigos. Ele é o bro que vc sempre quis pra zoar ou pra dar uns pega (meu, a Robin é esperta). Uma atuação brilhante, um charme inconfudivel e uma série len... wait for it... dária. SUIT UP.


Blair e Chuck: Gossip Girl é AWESOME! Pronto falei, e nem é awesome no sentido de que é tão ruim que é bom, é simplesmente fantasticamente fantastico. É bem escrito, bem bolado, com a melhor trilha sonora não incidental de séries atualmente, bonito, com personagens, na grande maioria das vezes, interessantes, com atores, na grande maioria das vezes (isso não incluiu voce, Chace Crawford), muito bons. Fazer um drama adolescente, que é só um drama adolescente, ou seja, que depende apenas da interação entre os personagens principais, ser tão envolvente é uma tarefa e tanto. E Gossip Girl é sem dúvida o melhor do genero. The OC é brincadeira de criança perto de GG. E porque? Principalmente por causa desses dois aí embaixo. Puta personagens do caralho com puta atores do caralho pra interpreta-los. Esses dois são os seres mais reais de GG, embora por muitas vezes eles pareçam ser os mais cartunescos, mas sabe, é isso que as pessoas fazem, elas poem uma fachada e só de vez em quando deixam aparecer o que tem por baixo. E o que tem por baixo de Blair e Chuck? Camadas. Eles são fraking cebolas. E eu nem sou tão shipper assim, gosto dos dois separados tanto quanto juntos.E além disso eles são as duas criaturas mais atraentes em GG (sim, por alguma razão estranha que eu não posso explicar, agora eu acho Chuck bonito... Go figures).



sábado, 14 de junho de 2008
É pra você
EU GANHEI UM COPO OFICIAL DA COCA-COLA/OLÍMPIADA DE PEQUIM (francamente, em Portugues, é Pequim, não Beinjing, e nem pensem em mudar, como fizeram com Bombaim/Mumbai, agora não faz mais sentido chamar de Bollywood)!!!!
E sim, eu tive que quebrar um jejum que durava mais de dois anos (mais de tres) e comer um sanduiche do McDonalds. MAS VALEU A PENA!!!!!!!!!!!!!! PORQUE ELE É ROXO E É LINDO E É MEU AGORA!!!! E daqui a vinte anos ele vai valer uns trezentos doláres. Então, eu to bem. Inclusive, algo que eu desconfiava e agora confirmei, sanduiches do McDonalds são tipo a coisa menos apetitosa que já inventaram.
Eu assisti Fim dos Tempos e quase que odiei. Se não fossem algumas cenas fodásticas e alguns personagens interessantes ele teria sido intragavel. Isso porque eu sou tipo a maior entusiasta do Shyamalan que existe, e ainda acho que A Vila é o filme mais subestimado de todos os tempos. Eu culpo o Mark Whalberg, que é um péssimo ator. Alguém mais carismatico teria levado o filme melhor.
Mas anyway, a melhor parte foi que passou o trailer de Arquivo X e eu tive um ataque geek histerico de proporções só dantes vistas em relação a Harry Potter pré-livro seis. Mulder e Scully, I missed you so.
Por fim, uma das minhas propagandas que eu mais gosto. Embora não barre a do beijo do Mercado Livre:
E sim, eu tive que quebrar um jejum que durava mais de dois anos (mais de tres) e comer um sanduiche do McDonalds. MAS VALEU A PENA!!!!!!!!!!!!!! PORQUE ELE É ROXO E É LINDO E É MEU AGORA!!!! E daqui a vinte anos ele vai valer uns trezentos doláres. Então, eu to bem. Inclusive, algo que eu desconfiava e agora confirmei, sanduiches do McDonalds são tipo a coisa menos apetitosa que já inventaram.
Eu assisti Fim dos Tempos e quase que odiei. Se não fossem algumas cenas fodásticas e alguns personagens interessantes ele teria sido intragavel. Isso porque eu sou tipo a maior entusiasta do Shyamalan que existe, e ainda acho que A Vila é o filme mais subestimado de todos os tempos. Eu culpo o Mark Whalberg, que é um péssimo ator. Alguém mais carismatico teria levado o filme melhor.
Mas anyway, a melhor parte foi que passou o trailer de Arquivo X e eu tive um ataque geek histerico de proporções só dantes vistas em relação a Harry Potter pré-livro seis. Mulder e Scully, I missed you so.
Por fim, uma das minhas propagandas que eu mais gosto. Embora não barre a do beijo do Mercado Livre:
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Modern girls always get their way (hell yeah!)
"Lear. Personagem do Shakespeare. Ao contrário das crenças populares, o cara precisa de frustração e traição. Se não você não tem permanência. Não consegue fazer um papel principal durante cinco atos inteiros. Não consegue fazer duas montagens num dia só. Não consegue fazer um personagem arquear assim do Ponto A até o Ponto G. Não consegue atravessar o clímax, criar uma linha dramática convincente... e tal. Cê tá sacando? A pessoa tem que se ferrar. Tem que apanhar um pouco da vida, rodar por aí. Assim tem uma ferramenta pra usar, saca? Dói pra cacete. Beleza. Chateia. Você não sabe se tá numa de continuar nessa. Mas isso abre caminho pro que chamam normalmente de res -so-nân-cia emotiva. Uma ressonância emotiva impossibilita o povo de tirar os olhos de você, quando você tá no palco. Já se virou num filme bom e viu as caras? Bem intensas."
Parafraseado de Tópicos Especiais em Física das Calamidades, por Marisha Pessl, e possivelmente a razão de porque eu sou tão masoquista, mesmo quando não há uma razão boa o suficiente para sofrer.
Parafraseado de Tópicos Especiais em Física das Calamidades, por Marisha Pessl, e possivelmente a razão de porque eu sou tão masoquista, mesmo quando não há uma razão boa o suficiente para sofrer.
"Haven´t you heard? I´m the crazy bitch around here."
Blair Waldorf, Queen (B) of the entire Universe (e uma das muitas razões de pq minha semana passada foi mais que divertida)
Blair Waldorf, Queen (B) of the entire Universe (e uma das muitas razões de pq minha semana passada foi mais que divertida)
(o melhor do mundo é a cara de terror absoluto da Georgina. Queen B, you rock!)http://goddesspharo.livejournal.com/95901.html#cutid1 (bem melhor do que muitas coisas que se lê por aí)
E por fim, vamos celebrar o amor imortal entre Glinda e Elphaba (a finalidade desse post é demonstrar minha vida, ahem, cultural, nessas últimas duas semanas, enjoy):
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Reflexões de uma mente inconformada
Eu li isso outro dia num forúm, e achei tão acertado, e tão justamente o que eu penso mas que nunca consegui expressar (porque eu tenho raiva cara, e um coração partido) que eu na hora pensei que não poderia ficar sem postar aqui. Concorde ou não, pelo menos respeite:
"Eu entrei para o mundo de Harry Potter tarde demais. O trem já estava para lá de acabando e porque não dizer acabado! O livro 6 já tinha sido publicado e a meleca toda já tinha sido feita! No entanto, mesmo acreditando e querendo e compreendendo os livros por uma ótica pouco aceita, eu entrei de cabeça no fandom e tentei expor meu ponto de vista!
No entanto, o meu ponto de vista sempre foi algo muito além do que uma simples disputa de shippers. O que eu realmente queria mostrar era a oscilação constituinte da compreensão/interpretação/situação. Eu queria que as pessoas entendessem que ler um livro é algo muito mais rico do que tentar entrever ali apenas UMA lei ou UMA compreensão/interpretação/situação. Eu queria que elas vissem que um livro só existe na relação leitor-livro e que o autor perde o domínio do seu livro assim que ele entra em contato com um outro leitor que não ele mesmo! O livro está sempre disposto na estante da sua casa ou da livraria ou da biblioteca, mas o que o torna LIVRO é a relação com o leitor. E desta relação, tudo pode surgir. Afinal, quando se lê um livro, se traz para a leitura não só as palavras contidas nele, mas também toda a bagagem que o leitor adquiriu durante sua vida. Este entrelaçamento de horizontes é o que possiblita tantos modos diferentes e às vezes parecidos de compreender/interpretar/situar um livro. Era justamente isto que eu queria que a cannonlândia entendesse. Ser H² em uma mar de pretensas informações e entrevistas da J.K ditas RH era possível porque ler o livro é trazer muito mais para esta relação do que um simples "a J.K disse"!
Se a cannonlândia tivesse entendido isto, ela teria compreendido porque somos H² e porque até mesmo o shipper deles, por mais que tenha ocorrido em um final tosco, continua sendo UMA possibilidade dentre muitas. O que torna H² real nunca foi o livro em si, mesmo porque o livro em si não existe. O que sempre tornou H² real foi a relação livro-leitor!
Dizer que esta relação está errada, é trazer para uma ambiência tão rica um posicionamento fundamentalista e encerrar o que é frutífero em uma determinação não cabível ao espaço da leitura.
Por isto tudo e por ver que nem a J.K pensa assim (a partir das entrevistas e discursos dela), é por isto tudo que eu nunca gostei dela.
Até o quinto livro, ela ainda deixa entrever sua obra enquanto ambiência frutífera para todos os modos de compreensão/interpretação/situação. A partir do momento que Harry Potter tornou-se receita de bolo a ser seguida, tudo perdeu a graça. A leitura não mais se deu como espaço de interação livro-leitor e a série caiu em desgraça.
Infelizmente, o cair em desgraça veio coroado com o shipper RH ou HG. Para falar a verdade, nem a cannonlândia merecia isto. Nenhum fã merecia. Não porque deu RH ou HG no final tosco, mas porque isto impossibilitou a tão frutífera ambiência existente até então!
Por tudo isto, pela perda da magia, eu só tenho a lamentar! Lamento a má condução da série. Lamento a riqueza perdida. Lamento o fato de que a grande maioria prefere a mediocridade à ambiência oscilatória da compreensão/interpretação/situação.
Mais do que lamentar a perda de um bom final para a série, eu lamento o quão tacanho é o ser humano!
Eu sempre quis respeito ao diferente e não concordância!
Para mim, o posicionamento da cannonlândia sempre foi uma amostra de que a humanidade não está preparada para a oscilação, seja no mundo de Harry Potter, seja em qualquer outro.
Por isto eu digo: a minha crítica sempre foi ao humano e a forma dele conduzir sua existência no mundo. Harry Potter era apenas um veículo mostrante da imaturidade intelectual e emocional reinante entre nós! "
"Eu entrei para o mundo de Harry Potter tarde demais. O trem já estava para lá de acabando e porque não dizer acabado! O livro 6 já tinha sido publicado e a meleca toda já tinha sido feita! No entanto, mesmo acreditando e querendo e compreendendo os livros por uma ótica pouco aceita, eu entrei de cabeça no fandom e tentei expor meu ponto de vista!
No entanto, o meu ponto de vista sempre foi algo muito além do que uma simples disputa de shippers. O que eu realmente queria mostrar era a oscilação constituinte da compreensão/interpretação/situação. Eu queria que as pessoas entendessem que ler um livro é algo muito mais rico do que tentar entrever ali apenas UMA lei ou UMA compreensão/interpretação/situação. Eu queria que elas vissem que um livro só existe na relação leitor-livro e que o autor perde o domínio do seu livro assim que ele entra em contato com um outro leitor que não ele mesmo! O livro está sempre disposto na estante da sua casa ou da livraria ou da biblioteca, mas o que o torna LIVRO é a relação com o leitor. E desta relação, tudo pode surgir. Afinal, quando se lê um livro, se traz para a leitura não só as palavras contidas nele, mas também toda a bagagem que o leitor adquiriu durante sua vida. Este entrelaçamento de horizontes é o que possiblita tantos modos diferentes e às vezes parecidos de compreender/interpretar/situar um livro. Era justamente isto que eu queria que a cannonlândia entendesse. Ser H² em uma mar de pretensas informações e entrevistas da J.K ditas RH era possível porque ler o livro é trazer muito mais para esta relação do que um simples "a J.K disse"!
Se a cannonlândia tivesse entendido isto, ela teria compreendido porque somos H² e porque até mesmo o shipper deles, por mais que tenha ocorrido em um final tosco, continua sendo UMA possibilidade dentre muitas. O que torna H² real nunca foi o livro em si, mesmo porque o livro em si não existe. O que sempre tornou H² real foi a relação livro-leitor!
Dizer que esta relação está errada, é trazer para uma ambiência tão rica um posicionamento fundamentalista e encerrar o que é frutífero em uma determinação não cabível ao espaço da leitura.
Por isto tudo e por ver que nem a J.K pensa assim (a partir das entrevistas e discursos dela), é por isto tudo que eu nunca gostei dela.
Até o quinto livro, ela ainda deixa entrever sua obra enquanto ambiência frutífera para todos os modos de compreensão/interpretação/situação. A partir do momento que Harry Potter tornou-se receita de bolo a ser seguida, tudo perdeu a graça. A leitura não mais se deu como espaço de interação livro-leitor e a série caiu em desgraça.
Infelizmente, o cair em desgraça veio coroado com o shipper RH ou HG. Para falar a verdade, nem a cannonlândia merecia isto. Nenhum fã merecia. Não porque deu RH ou HG no final tosco, mas porque isto impossibilitou a tão frutífera ambiência existente até então!
Por tudo isto, pela perda da magia, eu só tenho a lamentar! Lamento a má condução da série. Lamento a riqueza perdida. Lamento o fato de que a grande maioria prefere a mediocridade à ambiência oscilatória da compreensão/interpretação/situação.
Mais do que lamentar a perda de um bom final para a série, eu lamento o quão tacanho é o ser humano!
Eu sempre quis respeito ao diferente e não concordância!
Para mim, o posicionamento da cannonlândia sempre foi uma amostra de que a humanidade não está preparada para a oscilação, seja no mundo de Harry Potter, seja em qualquer outro.
Por isto eu digo: a minha crítica sempre foi ao humano e a forma dele conduzir sua existência no mundo. Harry Potter era apenas um veículo mostrante da imaturidade intelectual e emocional reinante entre nós! "
Só pra completar, eu acho que a partir do momento em que Harry Potter deixou de ser um livro com múltiplas interpretações perdeu completamente a graça, então é por isso que essas entrevistas pós-sétimo livro me irritam tanto. Deixe mais coisas em aberto, é muito mais interessante. Virar e falar que o Dumb é gay, por exemplo, é tão sem propósito, era muito mais divertido quando era apenas especulação, e quem precisava daquele epilogo mongol (talvez seja a coisa que eu vi mais gente do fannon concordar que foi horrível). J K poderia ter entrado na historia por causa da sua historia, agora só vai entrar por causa dos números que sua história fez.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Momento Geek III
Fui na Saraiva gastar o presente de Natal que minha vó me deu e voltei com R$ 240,00 em produtos pra alimentar minha veia geek:
Arquivo X, Segund
a Temporada: Gente, eu não posso nem começar a descrever o tanto que eu to feliz de ter um Mulder e uma Scully a minha disposição sempre que eu quiser. E agora eu posso pausar, repetir, tentar entender o que diabos esses ets querem com a gente ao mesmo tempo em que eu vejo o tanto que o Mulder é pretty (pretty boy) e a Scully é o máximo. E além de alimentar meu geek interior, alimento meu shipper interior, porque esses dois, vou te contar. Eles vivem se tocando, cara, e isso porque eu nem vou detalhar a reação do Mulder quando a Scully é (spoiler). Love!
a Temporada: Gente, eu não posso nem começar a descrever o tanto que eu to feliz de ter um Mulder e uma Scully a minha disposição sempre que eu quiser. E agora eu posso pausar, repetir, tentar entender o que diabos esses ets querem com a gente ao mesmo tempo em que eu vejo o tanto que o Mulder é pretty (pretty boy) e a Scully é o máximo. E além de alimentar meu geek interior, alimento meu shipper interior, porque esses dois, vou te contar. Eles vivem se tocando, cara, e isso porque eu nem vou detalhar a reação do Mulder quando a Scully é (spoiler). Love!The Watchmen: Sim, um graphic novel. Sim, custou quarenta conto numa edição n
em tão boa assim. Mas é tão bom! É do Alan Moore, o mesmo cara de Monstro do Pântano (fantástico) e V de Vingança (superestimado, na minha opinião). E é sobre esses super heróis que vivem num mundo que a guerra fria foi um tanto diferente da nossa e o fim do mundo está realmente prestes a acontecer. Ao mesmo tempo em que super-heróis mascarados, já aposentados, começam a morrer, e os poucos que sobraram começam a investigar, temendo serem os próximos. É meio que um por trás das cenas do liga da justiça, o que realmente aconteceu, o que motivou essas pessoas a porem uma máscara e ir atrás de malfeitores, o que eles ganharam com isso. É politico, inovador, corajoso e vale a pena.
em tão boa assim. Mas é tão bom! É do Alan Moore, o mesmo cara de Monstro do Pântano (fantástico) e V de Vingança (superestimado, na minha opinião). E é sobre esses super heróis que vivem num mundo que a guerra fria foi um tanto diferente da nossa e o fim do mundo está realmente prestes a acontecer. Ao mesmo tempo em que super-heróis mascarados, já aposentados, começam a morrer, e os poucos que sobraram começam a investigar, temendo serem os próximos. É meio que um por trás das cenas do liga da justiça, o que realmente aconteceu, o que motivou essas pessoas a porem uma máscara e ir atrás de malfeitores, o que eles ganharam com isso. É politico, inovador, corajoso e vale a pena.Sandman, Estação das Brumas: Finalmente eu consegui comprar uma das edições da história do senhor dos sonhos. O Neil Gaiman é tão bom nesse negocio de contar histórias, isso porque ele parece saber todas as histórias que já foram contadas no mundo. Sandman é um mundo de referencias, atrás de referencias, simbolismos atrás de simbolismos. E isso só os que eu conhecia. Viu, eu sempre soube que ficar lendo esses livros de mitologia iam me servir pra
alguma coisa. E essa história em particular é geek ao quadrado porque faz referencias diretas a coisas intrinsicamente exploradas no mangá Angel Sanctuary. Que eu leio! Basicamente Lúcifer desiste de comandar o inferno, expulsa todos os habitantes de lá e entrega a chave pro Sandman fazer o que bem entender com ela. Agora todos os habitantes de todos os infernos possíveis (tipo Asgard, saca, de Cavaleiros) querem se apoderar dele e cabe a Sandman escolher quem é mais digno, ou quem tem o melhor suborno. O final é espetacular e só a pequena referencia ao Gavião Negro me deixa feliz (porque afinal, eu sou geek da DC), mas são os personagens demoníacos e angelicos que fazem a graça. Só não precisava ser tão caro.
alguma coisa. E essa história em particular é geek ao quadrado porque faz referencias diretas a coisas intrinsicamente exploradas no mangá Angel Sanctuary. Que eu leio! Basicamente Lúcifer desiste de comandar o inferno, expulsa todos os habitantes de lá e entrega a chave pro Sandman fazer o que bem entender com ela. Agora todos os habitantes de todos os infernos possíveis (tipo Asgard, saca, de Cavaleiros) querem se apoderar dele e cabe a Sandman escolher quem é mais digno, ou quem tem o melhor suborno. O final é espetacular e só a pequena referencia ao Gavião Negro me deixa feliz (porque afinal, eu sou geek da DC), mas são os personagens demoníacos e angelicos que fazem a graça. Só não precisava ser tão caro.Anasi Boys: Por fim, eu não ia gastar esse tanto de dinheiro numa livraria e não comprar, saca, um livro. Mas continuando com a veia geek eu fui e comprei outro do Neil Gaiman. Na verdade eu quase comprei Stardust, mas era mais caro, menor
e tinha todas essas viadagens desnecessárias que eles põe em versões nacionais. Esse é em inglês, e é em paperback, que eu aaaamooooo, e mesmo assim é grosso, o que é quase impossível com paperback. Eu só comecei a ler, mas é uma comédia fantastica (no sentido de ser uma fantasia) sobre deuses africanos, irmãos desconhecidos e ingleses um pouco uptights demais pro próprio bem. Até agora eu to gostando. Eu já falei que é paperback?
e tinha todas essas viadagens desnecessárias que eles põe em versões nacionais. Esse é em inglês, e é em paperback, que eu aaaamooooo, e mesmo assim é grosso, o que é quase impossível com paperback. Eu só comecei a ler, mas é uma comédia fantastica (no sentido de ser uma fantasia) sobre deuses africanos, irmãos desconhecidos e ingleses um pouco uptights demais pro próprio bem. Até agora eu to gostando. Eu já falei que é paperback?obs: Meu eu cortei bastaaaaante meu cabelo, tipo eu mal consigo prender ele. Eu ainda to me acostumando, mas eu acho que ficou rock´n roll.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Bad News Blair (ou como Gossip Girl se tornou meu progama favorito da temporada)
Na verdade eu não vou falar sobre o que é GG. A Renata já fez uma critica muito pertinente lá no Na Vitrine (que eu linkaria aqui se tivesse alguma ideia como se faz isso) e eu já andei por aí falando em como a Blair é minha personagem favorita de todos os tempos da última semana. Esse post é pra revelar mais uma faceta da minha obssesão com pessoas ficticias. Já a algum tempo, se não me engano desde a Morgana de Brumas de Avalon, quase toda vez que eu fico encantada por algum personagem novo eu costumo escrever alguma coisa sobre ele. Pode ser um paragrafo que seja ou uma tese de Doutorado (cofHermionecof), mas essa é uma maneira que eu encontrei de me aproximar mais dele, enteder suas motivações, seu lugar na história e o que seu criador pretendia com ele. Normalmente isso acontece no rush da novidade, quando eu ainda estou conhecendo o universo que ele pertence e tudo ainda é uma surpresa. É uma maneira de me conectar a nivel pessoal e ainda assim analisar a estrutura da história. Chamem de fanfic, eu não nego que seja um pouco disso, mas eu acho que o termo estudo de personagem é mais adequado.
Aqui no Latexana eu já postei duas vezes esses meus devaneios, um com o dois triangulos, depois de eu ter assistido dois eps da segunda temporada de One Three Hill e outro depois que a novela mais perfeita de todos os tempos, O Profeta, acabou. Só pra deixar claro, isso não é uma coisa que eu me esforce pra fazer, normalmente vem brotando, depois que dá aquela coceirinha no peito que te faz querer escrever de qualquer maneira, e dificilmente começa com um proposito definido. Esse próximo que eu vou apresentar pra vocês nem foi escrito de caneta a principio, mas sim com um palito de dente num daqueles papeis manteigas que se usam pra forrar mesa de restaurante. Chamem de inspiração. Por que eu escrevi em inglês? Nem me perguntem, não foi minha intenção, mas eu acho que ele perderia a força se eu traduzisse.
Escrevi isso logo depois que vi o terceiro episodio da temporada, mas essa cena se passa durante (e um pouco após) a primeira cena que eu vi da Blair, a primeira vez que ela vê a Serena depois dela voltar, portanto antes dela saber da história do Nate. A cena me deixou uma impressão muito forte e é ultra curtinha. Nesse momento eu soube que valeria a pena acompanhar a vida dessas duas meninas. Ah, o que seria da vida sem a ficção?
Aqui no Latexana eu já postei duas vezes esses meus devaneios, um com o dois triangulos, depois de eu ter assistido dois eps da segunda temporada de One Three Hill e outro depois que a novela mais perfeita de todos os tempos, O Profeta, acabou. Só pra deixar claro, isso não é uma coisa que eu me esforce pra fazer, normalmente vem brotando, depois que dá aquela coceirinha no peito que te faz querer escrever de qualquer maneira, e dificilmente começa com um proposito definido. Esse próximo que eu vou apresentar pra vocês nem foi escrito de caneta a principio, mas sim com um palito de dente num daqueles papeis manteigas que se usam pra forrar mesa de restaurante. Chamem de inspiração. Por que eu escrevi em inglês? Nem me perguntem, não foi minha intenção, mas eu acho que ele perderia a força se eu traduzisse.
Escrevi isso logo depois que vi o terceiro episodio da temporada, mas essa cena se passa durante (e um pouco após) a primeira cena que eu vi da Blair, a primeira vez que ela vê a Serena depois dela voltar, portanto antes dela saber da história do Nate. A cena me deixou uma impressão muito forte e é ultra curtinha. Nesse momento eu soube que valeria a pena acompanhar a vida dessas duas meninas. Ah, o que seria da vida sem a ficção?
Blair kissed her face with an affection only reserved to her. No one, not even Nate knew about this other side. This caring, soft person that resided inside the walls of a fake cold heart. Blair was not yet a woman, but she sure could pass as one, specially since this was what she intended.
But she couldn´t help it, the mere sight of Serena transformed her into an insecure 11-year old who needed protection. Serena was the big sister, the bad influence she hadn´t had and now she was back and Blair could barelly keep the tears inside.
She wanted to shout her desperation for that charismatic girl that had stealed her senses. But then she remembered being abandoned and betrayed and covered all up with that sarcastic smile she had perfected.
Serena looked into her eyes and smiled that charming, open smile and it took all of Blair strenghts not to simply smile along. Then her mother called and Serena walked away .
Blair looked down and, between a tear and a sob, laughed with total abandom and happines.
Abaixo: aren´t they lovelly?

quinta-feira, 11 de outubro de 2007
La vie Boheme
Ótimo amv de Harry Potter com a música mais divertida de RENT. Inclusive, assistam RENT, eu comando (pfffffffff, ilusões de grandeza).
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Livre Tradução
Oh, o tormento criado na raça,
o grito terrível da morte
e o pulso que bate na veia
a hemorragia que nenhum pode estancar, o luto,
a maldição que homem algum pode suportar.
Mas existe uma cura na casa
e não fora, não
não de outros mas deles,
sua conquista sangrenta. Nós cantamos para vocês
deuses negros de debaixo da terra.
Agora escutem, vocês poderes extasiados do subsolo
respondam ao chamado, mandem ajuda.
Abençoem as crianças, dê a eles triunfo agora.
O início do fim.
o grito terrível da morte
e o pulso que bate na veia
a hemorragia que nenhum pode estancar, o luto,
a maldição que homem algum pode suportar.
Mas existe uma cura na casa
e não fora, não
não de outros mas deles,
sua conquista sangrenta. Nós cantamos para vocês
deuses negros de debaixo da terra.
Agora escutem, vocês poderes extasiados do subsolo
respondam ao chamado, mandem ajuda.
Abençoem as crianças, dê a eles triunfo agora.
O início do fim.
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Da importância das coisas (ou Momento Geek 2)

Já entramos em julho e meu entusiasmo geek só faz aumentar. Como eu ainda não tive nenhum sonho premonitório indicando que o sétimo livro vai ser um desastre (o que aconteceu logo antes do sexto) e o trailer do quinto filme é de longe o melhor de todos os tempos partilharei minhas expectativas quanto a Harry Potter.
Quanto ao quinto filme (o que não pode faltar):
1- Política: pra mim uma das razãos que o quinto livro se destaca é porque finalmente nos é dada a chance de vislumbrar mais a fundo todos os problemas burocraticos, judiciais e diabo a quatro que assombram também aqueles que utilizam de bruxaria. Nem tudo pode ser resolvido por um passe de mágica e é muito importante que Harry, e o espectador, entendam isso. Esqueçam esse papo de ação, ação, ação e me deem um filme pra pensar.
2- Quebra do vislumbramento: continuação natural do item acima, se vierem mais uma vez com uma daquelas cenas 'oh meu Deus, o mundo mágico é tão mais legal que o nosso por causa disso" eu revolto. Já tá mais do que na hora que alguém reconhecer que esse mundo é tão ruim, ou pior, que o nosso, o dos trouxas. Alguns preconceitos são infinitamente mais enraizidos e eles realmente não gostam de novidades. É sombrio e solitário e adoraria alguma confirmação verbal que um personagem concorda comigo.
3- Hermione: totalmente parcial, mas se ela não for hiper importante, simplesmente não estarão contando a história da ordem da fênix. Eu até entendo por que em GoF ela não pode aparecer tanto mas agora não existem mais desculpas. O livro é dela e espero que o filme seja também, se cortarem, por exemplo, a cena em que ela é atingida no ministério da magia e quase morre, vou ficar possessa. Eu não sou nenhuma puritana que precisa que todas as linhas do livro estejam no filme, na verdade o meu favorito é justamente o filme que mais se distancia do original, mantendo porém o clima. Emma é a melhor entre eles e eu espero algumas cenas dramaticas (de novo, nada de ação, ação, ação)
4- O aprofundamento da relação do trio: pegação! Hee, not really. É só que, todo filme eles apresentam algum personagem novo e meio que esquecem de quem a história é realmente. Tipo, eles tem um brinquedo novo e ficam oh, shiny. Esqueçam isso, por favor, personagens novos são legais mas o que quero ver mesmo é a relação dos três, eles percebendo que um sem o outro não é lá grande coisa e que juntos eles são mais fortes. A grande arma de Harry é o amor, e o grande amor da história é o amor que esses amigos sentem um pelo outro.
5- Luna: essa eu nem preciso me preocupar, vcs já viram alguma entrevista com a atriz?Loony indeed.
6- Sem invenções: se eles resolverem dar mais destaque pra Gina ou pra Cho só porque o Harry dá uns pega nelas eles não vão ter entendido nada. Eu queria muito que eles mostrassem o dia dos namorados do inferno (interrompido por quem? Hermione Granger em pessoa, mas isso é meu lado shipper falando) mas duvido que dê tempo, porém, de alguma forma, devem mostrar que Harry/Cho, is over.
7- Que seja lindo: lembra o terceiro filme? Lembra da fotografia, cenário, luz, figurino, ritmo, direção, angulos, trilha sonora (a do quarto foi melhor), simbolismos e referencias a outros filmes? Então, aprendam.
8- Desconforto: sabe uma das coisas que mais me perturbam no filme? O quanto o uniforme dos prisioneiros de azkaban lembra os das vítimas do holocausto. E quem colocou eles lá, Voldemort? Não, teoricamente a galera do bem. Quero ser lembrada que no máximo as pessoas são cinza, nada de maniqueismo, por mais que isso seja dolorido.
9- Tratamento único: esqueçam o que vem pela frente, essa é a história do quinto livro e quanto menos o sexto livro for lembrado, melhor.
10- Isso é um filme!: Eles tinham aprendido essa lição no terceiro, no quarto deram uma vacilada, mas acho que nada tão grave. Eu estou ali pra ver um filme, não pra lerem o quinto livro pra mim. Usem o cinema pra contar uma história de cinema e nunca se esqueçam disso.
11- Que seja longo: maior livro, tem que ser o maior filme.
Quanto ao sétimo livro:
1- Que um do trio morra. Sem isso vai ficar sem graça, eu quero um sacrificio final, pombas. E que não seja o Harry pois seria muito previsivel (e que não seja a Hermione por que eu amo ela).
2- O Snape não é totalmente do mal. Se ele for, o sexto livro foi ainda pior do que eu pensei.
3- Velhos personagens de volta e que eles sejam bem utilizados. Mais Luna, please!!!
4- Uma puta batalha, sabe, cinco ou seis capitulos só de campo de batalha. Muitas mortes, algumas que sejam capaz da gente sentir.
5- Que seja bem escrito, nada da merda que o sexto livro foi. Se eu quisesse ler fanfic ruim eu iria ler fanfic ruim, e não pagaria nada.
6- Que alguém explique o que diabos aconteceu com a Hermione no sexto livro. E que ela volte ao normal.
7- Eu, particularmente prefiro um final trágico. Mas aceito um fundo de esperança. Que o livro seja grande pacas. E paro por aqui porque sete é meu número de sorte e devemos cruzar os dedos e esperar pelo melhor.
e vcs, o que acham que deveria acontecer?
Quanto ao quinto filme (o que não pode faltar):
1- Política: pra mim uma das razãos que o quinto livro se destaca é porque finalmente nos é dada a chance de vislumbrar mais a fundo todos os problemas burocraticos, judiciais e diabo a quatro que assombram também aqueles que utilizam de bruxaria. Nem tudo pode ser resolvido por um passe de mágica e é muito importante que Harry, e o espectador, entendam isso. Esqueçam esse papo de ação, ação, ação e me deem um filme pra pensar.
2- Quebra do vislumbramento: continuação natural do item acima, se vierem mais uma vez com uma daquelas cenas 'oh meu Deus, o mundo mágico é tão mais legal que o nosso por causa disso" eu revolto. Já tá mais do que na hora que alguém reconhecer que esse mundo é tão ruim, ou pior, que o nosso, o dos trouxas. Alguns preconceitos são infinitamente mais enraizidos e eles realmente não gostam de novidades. É sombrio e solitário e adoraria alguma confirmação verbal que um personagem concorda comigo.
3- Hermione: totalmente parcial, mas se ela não for hiper importante, simplesmente não estarão contando a história da ordem da fênix. Eu até entendo por que em GoF ela não pode aparecer tanto mas agora não existem mais desculpas. O livro é dela e espero que o filme seja também, se cortarem, por exemplo, a cena em que ela é atingida no ministério da magia e quase morre, vou ficar possessa. Eu não sou nenhuma puritana que precisa que todas as linhas do livro estejam no filme, na verdade o meu favorito é justamente o filme que mais se distancia do original, mantendo porém o clima. Emma é a melhor entre eles e eu espero algumas cenas dramaticas (de novo, nada de ação, ação, ação)
4- O aprofundamento da relação do trio: pegação! Hee, not really. É só que, todo filme eles apresentam algum personagem novo e meio que esquecem de quem a história é realmente. Tipo, eles tem um brinquedo novo e ficam oh, shiny. Esqueçam isso, por favor, personagens novos são legais mas o que quero ver mesmo é a relação dos três, eles percebendo que um sem o outro não é lá grande coisa e que juntos eles são mais fortes. A grande arma de Harry é o amor, e o grande amor da história é o amor que esses amigos sentem um pelo outro.
5- Luna: essa eu nem preciso me preocupar, vcs já viram alguma entrevista com a atriz?Loony indeed.
6- Sem invenções: se eles resolverem dar mais destaque pra Gina ou pra Cho só porque o Harry dá uns pega nelas eles não vão ter entendido nada. Eu queria muito que eles mostrassem o dia dos namorados do inferno (interrompido por quem? Hermione Granger em pessoa, mas isso é meu lado shipper falando) mas duvido que dê tempo, porém, de alguma forma, devem mostrar que Harry/Cho, is over.
7- Que seja lindo: lembra o terceiro filme? Lembra da fotografia, cenário, luz, figurino, ritmo, direção, angulos, trilha sonora (a do quarto foi melhor), simbolismos e referencias a outros filmes? Então, aprendam.
8- Desconforto: sabe uma das coisas que mais me perturbam no filme? O quanto o uniforme dos prisioneiros de azkaban lembra os das vítimas do holocausto. E quem colocou eles lá, Voldemort? Não, teoricamente a galera do bem. Quero ser lembrada que no máximo as pessoas são cinza, nada de maniqueismo, por mais que isso seja dolorido.
9- Tratamento único: esqueçam o que vem pela frente, essa é a história do quinto livro e quanto menos o sexto livro for lembrado, melhor.
10- Isso é um filme!: Eles tinham aprendido essa lição no terceiro, no quarto deram uma vacilada, mas acho que nada tão grave. Eu estou ali pra ver um filme, não pra lerem o quinto livro pra mim. Usem o cinema pra contar uma história de cinema e nunca se esqueçam disso.
11- Que seja longo: maior livro, tem que ser o maior filme.
Quanto ao sétimo livro:
1- Que um do trio morra. Sem isso vai ficar sem graça, eu quero um sacrificio final, pombas. E que não seja o Harry pois seria muito previsivel (e que não seja a Hermione por que eu amo ela).
2- O Snape não é totalmente do mal. Se ele for, o sexto livro foi ainda pior do que eu pensei.
3- Velhos personagens de volta e que eles sejam bem utilizados. Mais Luna, please!!!
4- Uma puta batalha, sabe, cinco ou seis capitulos só de campo de batalha. Muitas mortes, algumas que sejam capaz da gente sentir.
5- Que seja bem escrito, nada da merda que o sexto livro foi. Se eu quisesse ler fanfic ruim eu iria ler fanfic ruim, e não pagaria nada.
6- Que alguém explique o que diabos aconteceu com a Hermione no sexto livro. E que ela volte ao normal.
7- Eu, particularmente prefiro um final trágico. Mas aceito um fundo de esperança. Que o livro seja grande pacas. E paro por aqui porque sete é meu número de sorte e devemos cruzar os dedos e esperar pelo melhor.
e vcs, o que acham que deveria acontecer?
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Momento geek
Alguém aí sabe como colocar google videos embed?
http://video.google.com/videoplay?docid=3081845068998899838&hl=en
"She is a genius", That´s all I´m saying...
E a guria que faz a Luna é o máximo, é muito a Luna. Ela até entrevista com aquela vozinha de louca.
"Embrace that wonderful relantionship he has with Ron and Hermione" yeah, baby! OT3!
"Get behind me" Oh, why, Daniel, when you put it that nicely.
inhá, não vou ver na estréia, to triste.
eu não sou uma pessoa muito inteligente quando eu submergo demais em harry potter.
http://video.google.com/videoplay?docid=3081845068998899838&hl=en
"She is a genius", That´s all I´m saying...
E a guria que faz a Luna é o máximo, é muito a Luna. Ela até entrevista com aquela vozinha de louca.
"Embrace that wonderful relantionship he has with Ron and Hermione" yeah, baby! OT3!
"Get behind me" Oh, why, Daniel, when you put it that nicely.
inhá, não vou ver na estréia, to triste.
eu não sou uma pessoa muito inteligente quando eu submergo demais em harry potter.
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